sábado, 2 de fevereiro de 2013

Um tablet (iPad) me surpreende pela primeira vez


Nunca tive sequer vontade de ter um iPad como tive pelo iPhone, aliás, a verdadeira história é que, na história da tecnologia inteira, nenhum tablet me convenceu por completo -- coisa que um smartphone faz seu em tocar nele. Mas não foi para tanto que minha opinião pode ser alterada se por ventura algo vier a me convencer, e pela primeira vez, utilizei um iPad para valer podendo alterar tudo nele. Praticamente, ele foi meu por um breve período de tempo e criei uma nova teoria.


É de costume algo da Apple impressionar o mundo, e ainda digo isso porque há smartphones que são melhores que o iPhone e que ainda ditam o iPhone como melhor. Faz parte da cultura da empresa, e da simplicidade dela... digo, de tudo dela. A Apple sempre mostrou alguma coisa e todos ficaram impressionados, mas alguma coisa não aconteceu com o iPad, pelo menos comigo.

Por incrível, pela primeira vez não fui afetado pelo Campo de Distorção da Realidade do Steve Jobs (sim, ele existe). Por sorte, não fui afetado, e sorte, não comprei o iPad 1. Depois veio o 2, e não satisfez ainda. Achando que seria iOS, nem o Android me satisfez. Mas não foi muito bem isso que notei agora que eu mexi num iPad durante um dia inteiro.

Em primeira escala, sempre disse que tablets seriam um adereço perfeito para ler revistas, sites, e tudo, coisa que o Flipboard proporcionou muito. Ler no Flipboard é tão perfeito que eu tive vontade imediata de jogar meu iPhone no lixo, e isto não é o mais, porque ainda há o iBooks, Bamboo, e os jogos, são perfeitos. Mas a questão é que um iPad, dependendo do que seja, que é o que faço, substitui realmente um computador.

Você pode pegar ele e escrever até não dar mais, e sem contar que ainda pode fazer tudo mais simples, como usar como seu caderno no colégio ou faculdade -- é um dos focos que aplicarei a ele --, e ainda assim, se divertir. Mas o que mais me deixou surpreso foi abrir o Flipboard e ver o quão incrível é o aplicativo naquela tela de 9 polegadas (é isso?), e o iBooks principalmente. Sem pensar duas vezes, tenho algo para substituir tudo por uns mil e pouco.

Mas é claro, tem aquilo: nada você vai substituir o notebook de vez. Há muitas coisas que o velho notebook combatente de guerra faria melhor, e o melhor que isso é que o MacBook Air é uma saída bem viável, mas não há real comparação entre um e outro, mas ainda sim, prefiro comprar um MacBook Air primeiro. Em toda instância, eu compraria um iPad para ler e jogar, e escrever também.

Não sei se o Campo de Distorção da Realidade me pegou de novo ou se o iPad é magnífico mesmo, mas pela primeira vez, um tablet me satisfez. Ainda continuo com a teoria que ter um iPhone é mais importante que ter um iPad, mas está na lista do que comprar já. Aliás, quero é testar o iPad mini, porque deve ser realmente mais fantástico que o iPad normal.