quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Museu, artes, Centro do Rio de Janeiro e muito futebol


Depois de tanto tempo sem fazer muita coisa na rua que me obrigue a ficar fora de casa por um bom tempo, eis que me aparece algo a fazer, e olha que as duas coisas apareceu diante do mesmo dia, na terça-feira, dia 30 de agosto. Baseando o dia apenas nos seguimentos das artes, Centro, história, e claro, muito futebol e pizza, e ainda um taxista meio louco.

Sai de minha residência a caminho do Centro da Cidade, mais propriamente a Av. Rio Branco e o Centro Histórico do Rio de Janeiro. Enquanto descia do ônibus, deparo com um protesto no fim da Av. Rio Branco, que eu não sei sobre o que era, mas criticavam muito a Dilma. Mas não prestei atenção: fui logo entrando no Museu Nacional de Belas Artes.

A exposição era as obras do Vaticano, mais detalhando a vida de Jesus e relacionados. Pinturas a óleo, estátuas, e tudo mais. Não faço a mínima ideia até quando isto irá durar, mas sei de uma coisa: é imperdível, e o melhor é que é de graça. No fim das contas, ainda havia uma exposição, que não sei se é permanente, mas era sobre as obras barrocas brasileiras. Este, eu tirei fotos, aliás, de muita coisa, com exceção das obras do Vaticano, já que era proibido, mesmo sem flash.

Aliás, abro um comentário aqui para reclamar de algo que todos já reclamam em shows: o maldito flash. As pessoas acham que a câmera sempre necessita de flash, e deixa este ligado, e isto com salões do museu que há tetos de vidro, que era iluminação a luz natural -- nesse caso, era permitido. Isto me deixou enfurecido, já que incomodava olhar para o lado e ver um clarão. E isto com gente utilizando DSLR's no modo automático. Doeu na alma ao ver isto.

Por fim, decidi arrumar minha vida, resolvi o que tinha que resolver, fui parar na Zona Sul, e de lá, direto para a partida, mas de metrô, claro. Segui na linha 1 até a Estação São Francisco Xavier que desde o Largo do Machado parou entre todas as estações sem exceções. Não sei o que houve, mas uma viagem que levava 20 minutos levou 40 minutos. Alô, MetrôRio!

Mas não acabou a alegria. Entrei no clássico estádio do Rio de Janeiro, o Maracanã, para assistir a partida Fluminense x Cruzeiro, que acabou com a vitória do meu time querido, o Fluminense. Gostaria de comentar sobre o Maracanã, que ficou belíssimo logo após da reforma, e que realmente, havia mais conforto. A área de evacuação ficou bem mais rápida que já era, mas o consórcio que administra deveria tomar mais cuidado, pois havia filas até na metade do segundo tempo para retirar os ingressos. Bola fora!

Para fechar a noite, já sendo tarde depois de parar para jantar, necessitei de um táxi, afinal, só corajoso atura a saída das estações de metrô quase na hora delas fecharem. Já atraio loucos em toda a minha vida, principalmente em táxi, e não mudou dessa vez. O vulgo taxista era bem doido, sabia como atrair morcegos (!), mas adorava animais. Tinha duas gatas, e era o amor da vida dele pelo visto, e trocou uma namorada pelos gatos, e nas palavras dele foi algo bem louco ainda. Mais tarde posso contar a história, quem sabe.

E agora, às 01h30min cá estou, sentado numa cadeira com um notebook em mãos. Este dia foi, sem dúvida, bem tumultuado, mas valeu a pena cada segundo, e se repararam, já tem assunto para comentar direto, principalmente sobre o museu, metrô e o estádio reformado, que devo começar a escrever hoje. Gostei dessa forma de contar algumas coisas que fiz no cotidiano em que posso realmente me abrir para contar sem prejudicar a vida pessoal. No final das contas, blogs nasceram com este intuito, e isto rende boas histórias.

Aliás, me senti o Ancelmo Góis escrevendo este texto.

Texto escrito às 01h30min da madrugada entre quarta-feira (31) e quinta-feira (01).