quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Biografias


Conhecer alguém é legal, mas conhecer algum que você gosta, mais ainda, principalmente se for algum artista, o que te faz de fã se conhece bastante. E o mais legal daí é que surgem as biografias, que conta a história tanto de um autor, ator, cantor, uma figura histórica, entre tantas outras figuras, incluindo até o Steve Jobs. Biografar é uma arte que conta a história de cada pessoa, no geral, que importaram muito para a sociedade, mas parece que isto não está sendo tão simples assim no Brasil.

Admito que não sei como este conflito de biografias no Brasil surgiu, aliás, não leio jornal há muito tempo por falta de tempo. O que sei é que tem gente realmente fazendo birra por conta de uma mísera biografia, e parece ser o Roberto Carlos, O Rei. Mesmo assim, muitos outros artistas se reuniram para dar a sua opinião, e foi uma confusão gigantesca e desnecessária.

Mas por que tanta birra? Ninguém sabe e não tem justificativa. Tais artistas, que no passado pediram tanto pela liberdade, hoje pedem a censura de uma obra primordial para um conhecimento futuro. Uma simples biografia que conta a história do artista, principalmente sobre sua carreira, com polêmicas que foram divulgadas em jornais em um passado esquecido. Creio que o que há nessas biografias, com exceção de duas ou três histórias, quase todo o Brasil sabe, principalmente os fãs. Basta pegar um jornal antigo para ler sem muitos detalhes o que realmente aconteceu.

E então, persiste a pergunta. Não há o que esconder, de verdade. Estão fazendo tempestade num copo d'água. Censurar o quê? Não vi um argumento cabível que diga que pode ser impedida de chegar às prateleiras, e nem mesmo julgo como invasão de privacidade, uma vez que, como eu disse, estas vidas já estão públicas há muito tempo e foram badaladas nos anos passados. Com exceção da Adriana Calcanhotto, que ninguém sabe nada da vida dela, o resto é um livro aberto.