Após terminar a leitura de Dom Casmurro, que tanto D. Glória me inspirou como o fim de uma leitura esplêndida, cabe-me a ter criatividade de sobra, o que nos leva ao dia das mães, data atual celebrativa. Ao dia das mães, próspero, o povo deseja comemorar, mesmo que não esteja tão fácil como aparentava ser.
E com isto, vamos almoçar. O almoço do dia das mães é praticamente um ritual tradicional que acontece nos dias de nossos reprodutores. A melhor maneira de reunir a família é num almoço ou jantar, o que para o dia de domingo e contas bancárias, é anormal.
Observa-se que a cidade inteira procura por algum restaurante que atenda estes critérios: mesa para 3 ou mais, "Pagar com Visa é bem melhor", comodidade, vaga, e claro, comida boa. Como o povo daqui de casa não é lá fã desta data, acabamos que paramos em um self service qualquer, porém, conhecido velho nosso.
Obtivemos outra comodidade, que foi a opção de não irmos a pé, o que nos permite enfrentar tanto trânsito e vivenciar um domingo a la sábado. A euforia tomava conta das ruas; restaurantes, caros, baratos, com ou sem prato especial, tinham filas quilométricas onde várias famílias desejavam o seu bendito lugar próximo à uma TV e refrigeração.
Mesmo com impedimentos como estes, não deteve a alegria de passar o tempo com "mainha". Fotos cá e lá, sorrisos, beijos, abraços, presentes e até lágrimas emotivas. Realmente, aos anos anteriores, pouco mudou a não ser o fenômeno da "instamania", que trocou compactas, semi-profissionais e profissionais por um robô verde simpático.
É com grande esplendor que digo, mesmo que tarde, feliz dia das mães. As senhoras que nos carregaram por anos e mais 9 meses merecem!