Como rotina, todo dia na manhã carioca vou de encontro ao meu colégio ter o conhecimento de cada dia, principalmente no último ano escolar aonde terá Enem e a prova da UERJ daqui a alguns dias, ou seja: o clima anda meio tenso. Porém, sempre há algo para me surpreender de manhã e trata-se do pesadelo do metropolitano: o trânsito; atrapalha tanto e principalmente aonde moro, aonde sempre é caótico e que sem as vans, pareciam outra coisa.
E realmente, nem parecia uma manhã de terça-feira. Eu que estou acostumado a ir para o outro lado da cidade e chegar às 7:30h da manhã, cheguei bem antes do acostumado, digamos até 20 minutos antes. Com a proibição de vans, o trânsito ficou bem menos caótico que o normal, principalmente próximo aos pontos de ônibus aonde as mesmas irritam tanto o motorista de carro, como os de ônibus parando de qualquer maneira e até no meio da rua.
Mas isto não estava presente e notei que o fim chegou porque havia policiais, guarda municipal e fiscal do Consórcio Transcarioca e RioÔnibus para todo o canto e ainda com linhas extras de ônibus, sem contar que havia quem auxiliasse a pegar ônibus para o Centro da Cidade e ainda, a venda de RioCard pré-pago para usuários de vans que teriam de alterar seu meio de transporte. Isto trouxe muitos benefícios, sendo um deles, organização nos pontos e fim daquela fila imensa para o ônibus entrar no ponto, o que faz muitas vezes o motorista desistir.
Não venho jogando na cara que van é algo errado — mesmo não gostando, cabe o remorso a quem perdeu o emprego —, e sim, que houve realmente diferença e que a RioÔnibus esteve presente no momento em que o povo poderia estar perdido e tudo mais; foi tudo pacífico como eles esperavam e como a gente não esperava. O fim das vans na Zona Sul e vias expressas está ajudando muito no cotidiano do trabalhador e a diferença é notável até por quem dorme de babar no trânsito. Agora é começar a pensar em BRS como há na Zona Sul e Centro, pois isso sim desafoga o trânsito.
terça-feira, 28 de maio de 2013
terça-feira, 21 de maio de 2013
A "palavra" no ônibus
Todo mundo ao chegar no horário de término do serviço, seja ele manhã, tarde, noite, ou qualquer um momento do dia, o desejo é chegar logo em casa, e que no caso do Centro do Rio de Janeiro, o costume é ir de ônibus ou metrô mesmo tendo carro. Assim como há vendedores de bala e cortadores de abacaxi, já vi gente tocando Águas de Março, que para mim, é ótimo, que para outros, pode não ser. Mas como hoje... não, não dá! Se já não basta o que já ouvimos no cotidiano, ainda aturar crente voltando após um dia cansativo? Foi o que passei.
Tudo começou enquanto eu estava no ponto de ônibus com um amigo em que o ônibus parou repentinamente, e como sempre, sem nenhuma surpresa, nada demais para um ônibus. Não foi bem assim que se sucedeu a história, principalmente já não foi como eu esperava antes, pois já havia visto da roleta um homem entregando papeis e bem vestido; pensei ser um necessitado antes de ver suas vestes, mas estava bem vestido demais. Fui dar de cara com o homem e quando retirei o fone, ouvi as seguintes palavras: "a palavra do senhor".
Com meu histórico de evangélicos — a maior parte, digamos, 95% — que vive tentando atormentar meu cotidiano, alguns me chamando de endemoniado (sim) porque acredito em coisas que para eles é um terror, não consigo suportar seus fundamentos. Aliás, não só direcionado a mim, como também algumas práticas preconceituosas que me dá vontade de pôr esta religião com seus seguidores que pratiquem o preconceito — sim, sim, sim, eu sei, não dá para generalizar, mas posso dizer que a maioria é assim — para fora do país. Mas vai de cada um, e eu não suporto, assim como acho um absurdo as cruzadas.
Contudo, ao presenciar tais palavras, veio-me logo um pensamento: não. Sou educado por natureza paterna e neguei educadamente; o homem voltava a insistir aonde neguei novamente umas duas vezes e não dei bola, no qual já me encontrava praticamente irritado pela insistência — acredito que meu último "não" não foi lá muito amigável. Achei que havia parado por ali, que não iria dizer mais nada, apenas ia ficar num canto como fiquei, parado, conversando, e ouvindo música ao mesmo tempo, mas não. Para a infelicidade de todos, o homem, assim como os adorados vendedores, falou em tom alto na roleta. Para que?
Foi ele proferir de novo "palavra do sen...", sendo que dessa vez em tom alto, na qual foi impedido de finalizar em que o povo clamou pelo silêncio que havia dentro do ônibus sentindo-se incomodados assim como o povo se sente quando um funkeiro, pagodeiro ou até mesmo rockeiro — reclamo de qualquer música — decide pôr música nas alturas sem fone de ouvido. Não foram pequenas críticas, foram até rudes, mas eu dava razão ao povo: ele estava errado, não podia aparecer e falar isto, principalmente quando não queremos, até porque, religião não é algo obrigatório no país.
Mas nada do homem parar. Ele falava, falava, tentando se justificar com o argumento que iria proferir palavras de Jesus, e nada do povo se acalmar. Quanto mais falava, mais alardante ficava o povo, levantando um por um de seus bancos, e gritando, e com razão. Quanto mais ele falava, mais eu via razão na boca do povo, que lá estava a esgoelar, e por sorte, desistiu e foi para o fundo do ônibus, próximo a mim, aonde permaneci em silêncio já que minhas críticas foram dadas antes dele ir para o local posterior.
Logo lá atrás decidiu insistir com outra pessoa alegando que ele tinha permissão para fazer o que fazia e desejava fazer. Mas pera aí, nunca vi! Aquela carteira que apresentou, mostrando e dizendo que é permitido, eu nunca a vi na vida! Minha carteira estudantil vencida é mais válida que aquela, e nem mesmo Vossa Santidade Papal teria permissão para o ato, até porque o papa não perderia o seu tempo num ônibus lotado voltando da Cidade para pregar umas palavras que nem se sabe se Jesus disse um dia.
Realmente, foi engraçado, pois assim como eu ri, muitos outros riram e deram razão ao povo que criticava, ainda mais que ninguém o defendia; nem mesmo meu amigo, que tem a mesma crença (ou tinha), deu razão ao homem. Perturbar o silêncio alheio para falar de religião? Por favor, né? O povo já mal aguenta as ladainhas de pastor na televisão, quanto mais num ônibus. Só desejo que a moda não pegue, sinceramente.
Tudo começou enquanto eu estava no ponto de ônibus com um amigo em que o ônibus parou repentinamente, e como sempre, sem nenhuma surpresa, nada demais para um ônibus. Não foi bem assim que se sucedeu a história, principalmente já não foi como eu esperava antes, pois já havia visto da roleta um homem entregando papeis e bem vestido; pensei ser um necessitado antes de ver suas vestes, mas estava bem vestido demais. Fui dar de cara com o homem e quando retirei o fone, ouvi as seguintes palavras: "a palavra do senhor".
Com meu histórico de evangélicos — a maior parte, digamos, 95% — que vive tentando atormentar meu cotidiano, alguns me chamando de endemoniado (sim) porque acredito em coisas que para eles é um terror, não consigo suportar seus fundamentos. Aliás, não só direcionado a mim, como também algumas práticas preconceituosas que me dá vontade de pôr esta religião com seus seguidores que pratiquem o preconceito — sim, sim, sim, eu sei, não dá para generalizar, mas posso dizer que a maioria é assim — para fora do país. Mas vai de cada um, e eu não suporto, assim como acho um absurdo as cruzadas.
Contudo, ao presenciar tais palavras, veio-me logo um pensamento: não. Sou educado por natureza paterna e neguei educadamente; o homem voltava a insistir aonde neguei novamente umas duas vezes e não dei bola, no qual já me encontrava praticamente irritado pela insistência — acredito que meu último "não" não foi lá muito amigável. Achei que havia parado por ali, que não iria dizer mais nada, apenas ia ficar num canto como fiquei, parado, conversando, e ouvindo música ao mesmo tempo, mas não. Para a infelicidade de todos, o homem, assim como os adorados vendedores, falou em tom alto na roleta. Para que?
Foi ele proferir de novo "palavra do sen...", sendo que dessa vez em tom alto, na qual foi impedido de finalizar em que o povo clamou pelo silêncio que havia dentro do ônibus sentindo-se incomodados assim como o povo se sente quando um funkeiro, pagodeiro ou até mesmo rockeiro — reclamo de qualquer música — decide pôr música nas alturas sem fone de ouvido. Não foram pequenas críticas, foram até rudes, mas eu dava razão ao povo: ele estava errado, não podia aparecer e falar isto, principalmente quando não queremos, até porque, religião não é algo obrigatório no país.
Mas nada do homem parar. Ele falava, falava, tentando se justificar com o argumento que iria proferir palavras de Jesus, e nada do povo se acalmar. Quanto mais falava, mais alardante ficava o povo, levantando um por um de seus bancos, e gritando, e com razão. Quanto mais ele falava, mais eu via razão na boca do povo, que lá estava a esgoelar, e por sorte, desistiu e foi para o fundo do ônibus, próximo a mim, aonde permaneci em silêncio já que minhas críticas foram dadas antes dele ir para o local posterior.
Logo lá atrás decidiu insistir com outra pessoa alegando que ele tinha permissão para fazer o que fazia e desejava fazer. Mas pera aí, nunca vi! Aquela carteira que apresentou, mostrando e dizendo que é permitido, eu nunca a vi na vida! Minha carteira estudantil vencida é mais válida que aquela, e nem mesmo Vossa Santidade Papal teria permissão para o ato, até porque o papa não perderia o seu tempo num ônibus lotado voltando da Cidade para pregar umas palavras que nem se sabe se Jesus disse um dia.
Realmente, foi engraçado, pois assim como eu ri, muitos outros riram e deram razão ao povo que criticava, ainda mais que ninguém o defendia; nem mesmo meu amigo, que tem a mesma crença (ou tinha), deu razão ao homem. Perturbar o silêncio alheio para falar de religião? Por favor, né? O povo já mal aguenta as ladainhas de pastor na televisão, quanto mais num ônibus. Só desejo que a moda não pegue, sinceramente.
domingo, 12 de maio de 2013
E feliz dia das mães!
Após terminar a leitura de Dom Casmurro, que tanto D. Glória me inspirou como o fim de uma leitura esplêndida, cabe-me a ter criatividade de sobra, o que nos leva ao dia das mães, data atual celebrativa. Ao dia das mães, próspero, o povo deseja comemorar, mesmo que não esteja tão fácil como aparentava ser.
E com isto, vamos almoçar. O almoço do dia das mães é praticamente um ritual tradicional que acontece nos dias de nossos reprodutores. A melhor maneira de reunir a família é num almoço ou jantar, o que para o dia de domingo e contas bancárias, é anormal.
Observa-se que a cidade inteira procura por algum restaurante que atenda estes critérios: mesa para 3 ou mais, "Pagar com Visa é bem melhor", comodidade, vaga, e claro, comida boa. Como o povo daqui de casa não é lá fã desta data, acabamos que paramos em um self service qualquer, porém, conhecido velho nosso.
Obtivemos outra comodidade, que foi a opção de não irmos a pé, o que nos permite enfrentar tanto trânsito e vivenciar um domingo a la sábado. A euforia tomava conta das ruas; restaurantes, caros, baratos, com ou sem prato especial, tinham filas quilométricas onde várias famílias desejavam o seu bendito lugar próximo à uma TV e refrigeração.
Mesmo com impedimentos como estes, não deteve a alegria de passar o tempo com "mainha". Fotos cá e lá, sorrisos, beijos, abraços, presentes e até lágrimas emotivas. Realmente, aos anos anteriores, pouco mudou a não ser o fenômeno da "instamania", que trocou compactas, semi-profissionais e profissionais por um robô verde simpático.
É com grande esplendor que digo, mesmo que tarde, feliz dia das mães. As senhoras que nos carregaram por anos e mais 9 meses merecem!
E com isto, vamos almoçar. O almoço do dia das mães é praticamente um ritual tradicional que acontece nos dias de nossos reprodutores. A melhor maneira de reunir a família é num almoço ou jantar, o que para o dia de domingo e contas bancárias, é anormal.
Observa-se que a cidade inteira procura por algum restaurante que atenda estes critérios: mesa para 3 ou mais, "Pagar com Visa é bem melhor", comodidade, vaga, e claro, comida boa. Como o povo daqui de casa não é lá fã desta data, acabamos que paramos em um self service qualquer, porém, conhecido velho nosso.
Obtivemos outra comodidade, que foi a opção de não irmos a pé, o que nos permite enfrentar tanto trânsito e vivenciar um domingo a la sábado. A euforia tomava conta das ruas; restaurantes, caros, baratos, com ou sem prato especial, tinham filas quilométricas onde várias famílias desejavam o seu bendito lugar próximo à uma TV e refrigeração.
Mesmo com impedimentos como estes, não deteve a alegria de passar o tempo com "mainha". Fotos cá e lá, sorrisos, beijos, abraços, presentes e até lágrimas emotivas. Realmente, aos anos anteriores, pouco mudou a não ser o fenômeno da "instamania", que trocou compactas, semi-profissionais e profissionais por um robô verde simpático.
É com grande esplendor que digo, mesmo que tarde, feliz dia das mães. As senhoras que nos carregaram por anos e mais 9 meses merecem!
"Paul, Back in Maracanã!"
Com muita alegria, muitos brasileiros viram Paul McCartney não somente este ano, mas sim nos anteriores também, e ainda, trazendo um grande espetáculo com desde bebês à idosos de todas as idades possíveis. Paul, que sempre vem nos fazer uma visita, veio novamente, mas não passou num lugar: Cidade Maravilhosa. Eis que, nós, residentes de uma das maiores capitais do país, desejamos a chegada do nosso beatle e seu Hofner precioso.
A campanha tem um propósito, que o nome já diz: assim como Minas Gerais pediu para Paul McCartney falar "uai" — uai, sô! —, queremos vê-lo no Maracanã (ou Engenhão, se ele não cair), como já aconteceu em algum ano que não lembro. Nosso querido beatle seria mais um convidado para a festa por aqui, mas para que isto aconteça, fizemos uma campanha, que é: Paul, Back in Maracanã.
Ainda estamos começando, pois a ideia começou há pouco tempos, mas temos o nosso desejo. Temos várias ideias em mente, e algumas, pensando para anunciar tanto nosso projeto como esperar que Paul ou sua assessoria veja nosso trabalho, e assim, assistirmos o show dele e gritar HELTER SKELTEEER TANANANANANANÃÃÃÃ. Alguns já disseram que até ele gostaria de estar de novo no Rio de Janeiro, basta torcer para que seja verdade.
Por enquanto não há muito o que explicar, já que o projeto é novo e que explicarei novidades aqui e no meu Twitter com o tempo, mas você pode colaborar curtindo a página no Facebook ou nos seguindo no Twitter, lembrando que toda ajuda e divulgação é bem vinda. E aí, fluminense, deseja também o Paul no Rio de Janeiro? Colabore! Não sei que gíria ele diria ainda, mas acredito que um "coé" está de bom tamanho!
A campanha tem um propósito, que o nome já diz: assim como Minas Gerais pediu para Paul McCartney falar "uai" — uai, sô! —, queremos vê-lo no Maracanã (ou Engenhão, se ele não cair), como já aconteceu em algum ano que não lembro. Nosso querido beatle seria mais um convidado para a festa por aqui, mas para que isto aconteça, fizemos uma campanha, que é: Paul, Back in Maracanã.
Ainda estamos começando, pois a ideia começou há pouco tempos, mas temos o nosso desejo. Temos várias ideias em mente, e algumas, pensando para anunciar tanto nosso projeto como esperar que Paul ou sua assessoria veja nosso trabalho, e assim, assistirmos o show dele e gritar HELTER SKELTEEER TANANANANANANÃÃÃÃ. Alguns já disseram que até ele gostaria de estar de novo no Rio de Janeiro, basta torcer para que seja verdade.
Por enquanto não há muito o que explicar, já que o projeto é novo e que explicarei novidades aqui e no meu Twitter com o tempo, mas você pode colaborar curtindo a página no Facebook ou nos seguindo no Twitter, lembrando que toda ajuda e divulgação é bem vinda. E aí, fluminense, deseja também o Paul no Rio de Janeiro? Colabore! Não sei que gíria ele diria ainda, mas acredito que um "coé" está de bom tamanho!
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Existe vida em outros planetas? Sim
Uma polêmica velha que inspirou muitos filmes de ficção científica, terror, suspense, humor, e tudo que há de gênero no cinema, é a pergunta sem fim sobre vida em outros planetas. Há tanto defensores e quem discorde, e ainda há brigas religiosas sobre o tema, mas que não estou a par de assuntos. Baseando-se nisso tudo, crio minha base sobre isto, que aliás, pode ser absurdo, mas parece convincente.
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| Nosso amigo Marvin, O Marciano. |
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A "Bolsa Crack" paulista
Estava transitando normalmente do Centro para a Zona Sul, quando por hábito, decidi usar o bem do Feedly para uma leitura cotidiana, e aproveitar para jogar Angry Birds. Uma das minhas listas de leitura é dedicada a jornais, tanto internacionais, como nacionais, e foi nessa sequência que me deparei com mais uma famosa "bolsa" governamental, na qual, trata-se dos polêmicos "crackudos", mas em São Paulo.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
"Somos um rio" pela manhã
De repente, do céu nublado, cai do céu, e claro, ninguém esperava. Parado no ponto aguardando o ônibus para ir ganhar o pão de cada dia, eis a chuva para atrapalhar alguns, mas para minha e de outros, há alegria pela chegada de uma frente fria.
Estava quente, realmente, aliás, sábado, no Centro eu derretia em minhas gotas de suor, salvo pelo vento que vinha raramente, algumas vezes, casualmente, por aí vai. O Bairro de Fátima, parado no transito, e num ônibus que não há ar condicionado, estava um forno.
É assim que temos o estopim de chuvas, principalmente no nosso querido Rio de Janeiro, que tanto quente, tanto frio, faz chover de repente, assim como abre sol. Foi assim que aconteceu, do nada, e os rios do Rio demonstraram isto. Pena do povo tijucano; eu vi os rios subirem.
Procede-se assim: alagou ruas, pontos de ônibus lotaram, a marquise virou algo invejável, shoppings como pontos de fuga, e metrô lotado. Bom dia, Rio de Janeiro, aproveite o presente de grego, e lembre-se do que nosso prefeito diz: "Somos um Rio".
Estava quente, realmente, aliás, sábado, no Centro eu derretia em minhas gotas de suor, salvo pelo vento que vinha raramente, algumas vezes, casualmente, por aí vai. O Bairro de Fátima, parado no transito, e num ônibus que não há ar condicionado, estava um forno.
É assim que temos o estopim de chuvas, principalmente no nosso querido Rio de Janeiro, que tanto quente, tanto frio, faz chover de repente, assim como abre sol. Foi assim que aconteceu, do nada, e os rios do Rio demonstraram isto. Pena do povo tijucano; eu vi os rios subirem.
Procede-se assim: alagou ruas, pontos de ônibus lotaram, a marquise virou algo invejável, shoppings como pontos de fuga, e metrô lotado. Bom dia, Rio de Janeiro, aproveite o presente de grego, e lembre-se do que nosso prefeito diz: "Somos um Rio".
domingo, 5 de maio de 2013
Conheça a Feira do Rio Antigo, na Rua do Lavradio
Já conheço esta feira há bastante tempo, mas nunca parei para visitá-la com a cabeça atual, pois durante a minha primeira ida, eu ainda era praticamente criança, e na realidade, nunca me veio o interesse de frequentar a Lapa, o que não me ocorre mais. Começando as minhas andanças pela Lapa, nada mais certo que ir conhecer nossa cidade, principalmente, uma feira que vende desde tampas de garrafas antigas à gramofones, e ainda, fragmentos da nossa cidade nos seus primórdios.
![]() |
| Uma das atrações da feira. Mais foto no meu Flickr. |
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Um ano a mais! Parabéns a minha pessoa!
Nasce o sol na cidade do samba sob a cabeça do Cristo e as pontas do Pão de Açúcar, e a velha canção do Chico põe em prática, com todos bocejando com boca de madrugada, mas dessa vez, não há cotidiano que empregue o meu dia, aliás, mesmo eu não dando devida importância para tal data, ainda assim, muta-se minha idade e minha identidade torna-se mais antiga. Quem vos escreve fará mais um ano de vida! Parabéns a mim!
Serão 17 anos de vida dedicados a minha ilustre existência e vivendo com esbelta juventude, e sim, meu último ano como adolescente aborrescente. São 17 anos de existência e vivendo alegrias, choros e tropeços, e já estamos de pé, novamente, ainda mais agora, às 7:00 horas da manhã. O sol mal nasceu no tom da monotonia, mas a energia alegre circula a bela sinfonia da Cidade Maravilha, cheia de encantos mil, que acabou com a monotonia solar.
Acho muito clichê desejar aniversário com textos longos, mas nunca me dei o privilégio, então estou me dando. Mesmo o clichê programado para uma hora que nem em casa estou, já me dei ao privilégio de ausentar-me nos meu compromissos de ligar o computador, facilitando minha vida, já que não me darei folga e não tenho feriado comemorativo a minha data — apesar de que dia 1 foi feriado. Parabéns a mim! Vida sadia a mim! Longa vida! E que chegue logo os 18 anos que já estou farto de ser juvenil!
Serão 17 anos de vida dedicados a minha ilustre existência e vivendo com esbelta juventude, e sim, meu último ano como adolescente aborrescente. São 17 anos de existência e vivendo alegrias, choros e tropeços, e já estamos de pé, novamente, ainda mais agora, às 7:00 horas da manhã. O sol mal nasceu no tom da monotonia, mas a energia alegre circula a bela sinfonia da Cidade Maravilha, cheia de encantos mil, que acabou com a monotonia solar.
Acho muito clichê desejar aniversário com textos longos, mas nunca me dei o privilégio, então estou me dando. Mesmo o clichê programado para uma hora que nem em casa estou, já me dei ao privilégio de ausentar-me nos meu compromissos de ligar o computador, facilitando minha vida, já que não me darei folga e não tenho feriado comemorativo a minha data — apesar de que dia 1 foi feriado. Parabéns a mim! Vida sadia a mim! Longa vida! E que chegue logo os 18 anos que já estou farto de ser juvenil!
quarta-feira, 1 de maio de 2013
O que você vai ser quando crescer?
A pergunta básica da vida, a qual vem desde sua fase infanto-peralta, na qual, você nem sabe o que é trabalhar; você não sabe nem exatamente o que é a sociedade e o que fazer para ela e já lhe fazem uma pergunta bastante objetiva para pequenino cérebro, mas você, no seu mundo de imaginações, irá responder: médico, porque já brincou disso, entre outros.
A "cura gay"
Não acredito que estou voltando neste assunto novamente, e não acredito que exista quem o faça gerar, mas sim, é Feliciano de novo. Já havia comentado dos erros praticados por Feliciano e que ele poderia mesmo se engolir, mas, mais uma vez, o problema está elevado a um ponto inesperado por muitos, mas sim, um novo projeto da Comissão de Direitos Humanos: a cura gay, que é defendida pela bancada evangélica, que trata o homossexualismo em geral como uma doença, até crime, se depender.
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