segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O sonho

— Ainda bem que foi um sonho!

Gritei sozinho logo pela madrugada, mais especificadamente às 2h37, como dizia o relógio na cabeceira. Decidi me levantar para dar uma relaxada, mas antes, procurei pelos meus óculos e acendi a luz. Mesmo com a lua cheia iluminando meu apartamente pelo vidro da varanda, a vista continuava fraca.

Caminhei até a cozinha, peguei um copo e enchi-o de água até a boca. Era um gole por segundo, e depois, com mais um copo cheio, sem tomar dessa vez, sentei no sofá da sala. Decidi ouvir um ritmo bem calmo de piano para me acalmar, mesmo sabendo que seria mais ao bel prazer do som do que para me acalmar. Apenas uma desculpa esfarrapada para ouvir música.

Fumava um cigarro como se fosse o último, apenas para reduzir aquela pressão chata. O sonho tinha sido pesado e eu lembrava vagarosamente do que havia acontecido, mas tentava abstrair minha mente tenebrosa com coisa fúteis, ou preocupações, como o que iria fazer no dia seguinte. Mesmo assim, sem obter sucesso, ergui meu braço e peguei mais um cigarro, e em seguida, me joguei no sofá.

Foi quando fitei meus olhos na parede. Uma parede bem velha, com marcas de grandes atos artísticos, como a pintura, o que eu fazia no cotidiano. Mas não havia somente tintas. Dava para ver as sombras, andando para lá e para cá. Eram bailarinas, pulando, rodopiando, cochichando algum clichê, mas seguindo o ritmo que saia das caixas de som do meu rádio, sem quebrar a harmonia.

Mas não só haviam bailarinas como também havia vários artistas. Minha sala tinha virado um enorme recital sem a minha petição, mas era lindo! Era lindo, todos sendo iluminados pela luz da lua, vindo do vidro logo atrás, com uma pequena vista da praia, numa pequena sala de jantar. Aliás, esta sala, que era pequena, cresceu com um piano e dois violinistas. Logo em seguida, um outro tocando violoncelo. Virou jazz.

O mais incrível eram as sombras. Não cessaram a sua movimentação e imaginação. Seguiam vivas, reproduzindo cenas de um livro de história aberto em cima da mesa. Haviam índios fugindo de exploradores ingleses, nos Estados Unidos, e, do outro lado, via-se e ouvia-se Shakespeare recitando um poema. Era…

— Ainda bem que foi um sonho!

Gritei de novo. Acordei às 6h30 com lambidas do meu cachorro. Levantei da cama e fui direto para a cozinha, mas não deixei de parar na sala e ver se estava tudo da mesma forma que abandonei na noite passada. Não havia nem o copo de água que havia bebido enquanto via as sombras. Não tinha nada demais por ali, a não ser meu cachorro brincando com uma sapatilha rosa.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A aquisição que deu certo

Depois de anos, já é possível dizer que os smartphones viraram objetos de desejo e o Android vem ganhando espaço a cada dia. Mas, diferente dos dias de hoje, o Android nunca foi o sistema como anda tendo confiabilidade nos dias atuais, deixando a culpa mais para as fabricantes do que para o próprio Google. Uma das culpadas, entre todas, era a Motorola, famosa empresa de telefonia entre muitas outras coisas nos Estados Unidos, uma das fabricantes que mais trouxeram problemas para o sistema no passado, principalmente com atualizações. Depois de uma briga de patentes, o Google fez a coisa sensata: comprar a empresa.

Atualmente, podemos ver aos olhos nus que a transação realmente deu certo. Com a compra da empresa, mesmo que um tempo após, o Google começou a dar uma dedicação especial à empresa, trazendo novas ideias e matando aparelhos que seriam inúteis, e o melhor: dando uma solução ao pior problema da Motorola, que era a questão das atualizações e o sistema bastante modificado. Fora isso, a qualidade dos aparelhos, que já era boa, começou a subir também.

Aparelhos como RAZR i e RAZR HD foram criados, e logo em seguida, o RAZR D1 e D3, para competir com mercados de smartphones de baixo custo, mesmo tendo os principais com preço baixo, e foram um sucesso, mesmo sem ter todos os planos da gigante da web implantados. Hoje, necessitando de aparelhos novos, pois o normal de hoje é uma geração nova por ano, a Motorola apresenta o Moto X, que está sendo um sucesso até então, e agora, o Moto G, tomando o lugar dos dois D 's da empresa.

Nota-se, em todos os sites de tecnologia e na avaliação de consumidores, que os dois novos aparelhos estão sendo um sucesso, e até o Moto G, recém-chegado, está ganhando boas críticas do famoso "unboxing" que há aos montes no YouTube. Com um hardware bem preparado, ambos aparelhos apresentam um desempenho ótimo e já estão com o Android 4.4 (Kit Kat) prometido, trazendo assim, a atualização quando estiver tudo pronto. Aliás, os novos aparelhos não são exclusivos com a questão da atualização, podendo vir até para aparelhos antigos, tendo o RAZR D1 e D3 confirmados e uma pendência no RAZR HD e i.

Mas com um sucesso desses, basta agora o Google focar no sistema também, como anda fazendo. Há bastante comentários positivos sobre o Android 4.4, e não se pode perdê-los nas próximas versões, que aliás, isso está atraindo usuários do iOS também. Infelizmente, não basta apenas a empresa decolar, mas, também, o sistema precisa de cuidados, e é o que o sistema anda tendo também. A combinação está ficando boa, e tomara que persista.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Biografias

Conhecer alguém é legal, mas conhecer algum que você gosta, mais ainda, principalmente se for algum artista, o que te faz de fã se conhece bastante. E o mais legal daí é que surgem as biografias, que conta a história tanto de um autor, ator, cantor, uma figura histórica, entre tantas outras figuras, incluindo até o Steve Jobs. Biografar é uma arte que conta a história de cada pessoa, no geral, que importaram muito para a sociedade, mas parece que isto não está sendo tão simples assim no Brasil.

Admito que não sei como este conflito de biografias no Brasil surgiu, aliás, não leio jornal há muito tempo por falta de tempo. O que sei é que tem gente realmente fazendo birra por conta de uma mísera biografia, e parece ser o Roberto Carlos, O Rei. Mesmo assim, muitos outros artistas se reuniram para dar a sua opinião, e foi uma confusão gigantesca e desnecessária.

Mas por que tanta birra? Ninguém sabe e não tem justificativa. Tais artistas, que no passado pediram tanto pela liberdade, hoje pedem a censura de uma obra primordial para um conhecimento futuro. Uma simples biografia que conta a história do artista, principalmente sobre sua carreira, com polêmicas que foram divulgadas em jornais em um passado esquecido. Creio que o que há nessas biografias, com exceção de duas ou três histórias, quase todo o Brasil sabe, principalmente os fãs. Basta pegar um jornal antigo para ler sem muitos detalhes o que realmente aconteceu.

E então, persiste a pergunta. Não há o que esconder, de verdade. Estão fazendo tempestade num copo d'água. Censurar o quê? Não vi um argumento cabível que diga que pode ser impedida de chegar às prateleiras, e nem mesmo julgo como invasão de privacidade, uma vez que, como eu disse, estas vidas já estão públicas há muito tempo e foram badaladas nos anos passados. Com exceção da Adriana Calcanhotto, que ninguém sabe nada da vida dela, o resto é um livro aberto.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Os serviços públicos do Itaú

Caminhar em um dia ensolarado de domingo é sempre bom, principalmente próximo às praias do Rio de Janeiro. Não somente podemos caminhar, como também, podemos levar a animação para uma praça pública, ou talvez, andar de bicicleta, entre tantas outras coisas que podemos fazer em dias livres. Contudo, devemos nos preocupar com serviços públicos, como praças, aparelhos de ginástica, ciclovias, e até mesmo, aluguel de bicicletas. Mas nem sempre são rosas quando se trata do governo.

O ideal, seguindo a ideologia que está impregnada no Brasil e o que tanto se promete em propaganda eleitoral, seria o governo deveria reforçar o lazer do cotidiano, isto é, reformar praças e vias públicas, e ainda, ter atrativos, como bicicletas, aparelhos de ginástica, entre outros. Numa cidade como o Rio de Janeiro, é essencial que estes serviços estejam reforçados ao extremo, principalmente em locais com praia que tem uma demanda enorme todos os dias, tanto de habitantes locais como de turistas.

Mas não é bem assim, e por sorte e melhor ainda, a iniciativa de instalação de lazer público vem por parte da iniciativa privada, e devo dizer que o Itaú se sai muito bem nessa história. Andando por Botafogo, ontem, além do BikeRio que já se tornou um serviço essencial na região, pude notar em algumas praças e na orla, aparelhos do banco para que possamos fazer ginástica de maneira gratuita. Encontrei desde instrumentos para auxiliar o alongamento como barras e todas essas coisas que não faço.

Não julgo o Itaú, muito pelo contrário, elogio. A iniciativa privada merece mais espaço, principalmente no Rio, lembrando que há um grande abandono em algumas regiões da cidade, incluindo a Zona Sul, aonde tem mais vigias. Os serviços que o banco anda prestando na cidade são de primeira classe, tendo relação até com o metrô para os cartões pré-pago, e o serviço é realmente bom. Quanto as bicicletas, pode melhorar bastante, já que existe uma pequena concorrência ao BikeRio -- ouvi dizer que a Casa & Vídeo está fazendo algo similar. Parece que descobriram a melhor maneira para investir em algo.

domingo, 3 de novembro de 2013

O estado e a liberdade

Pelo menos no Brasil, é normal depararmos com um pedido massivo de que o estado deve fazer isso e aquilo outro e ainda se debatem contra a corrupção e desvios de renda, o que é impossível de impedir quando o tudo se concentra nas mãos de um governo. Mas eles pedem liberdade mesmo assim, e isto se torna mais massivo quando se trata de intelectuais da esquerda, alegando que, com igualdade, a sociedade torna-se justa e alcançamos a liberdade. Será?

De fato, com o comunismo, não vejo liberdade alguma, aliás, quanto mais estado, mais preso você fica. Pedir mais estado é a mesma coisa que ordenar que ele dite a você o que fazer no ramo econômico e ético, principalmente incentivando estatais, e possivelmente, carteis, o que te impede de fazer muitas coisas. Além disso, com economias planificadas exigindo igualdade extrema, você fica estagnado ao que eles podem te oferecer, não podendo optar pelo produto X enquanto te oferecem Y.

Isto não é liberdade nem aqui nem na China, aliás, na China, você vive com o que o governo pode te oferecer e a liberdade é quase que nula, ou melhor, é nula. Lá o estado controla o país inteiro, tanto socialmente como economicamente. Planificam, criam um capitalismo fajuto, e encontramos uma sociedade que, se não andar nos trilhos, é fuzilada, igual a Cuba e a antiga URSS. Dá para notar que isto não é liberdade e está longe de ser.

Pedir mais estado não é liberdade e sim omitir sua liberdade ou deixá-la nas mãos de outras pessoas, que podem controlar você. Dizem que o capitalismo traz problemas, mas o problema começa quando você não faz por onde, lembrando uma vez que você tem os recursos em mãos para reverter a situação. Você tem a liberdade pura, podendo crescer ou ficar estagnado na sua realidade, ou, fugindo da economia, construir o que quiser sem precisar do aval do estado.

Acreditar em políticas com estatais e carteis demais é a mesma coisa que abdicar seu bem precioso, que é a livre escolha. Infelizmente, isto aos poucos está acabando no Brasil, ou melhor, já acabou. Basta vermos quais são as operadoras de telefonia do Brasil e já temos o pior cartel da história nacional.

sábado, 2 de novembro de 2013

Conto: A fogueira

Foi uma semana bem ruim, podendo dizer até que, não por culpa minha, incidentes trágicos aconteceram, deixando-a pior do que já estava. Desejava o fim dela logo, mas não podia controlar o tempo. Deixei-o passar, contei segundos, mesmo que demorados, mas foi passando gradativamente, agradando os velhos costumes dos senhores do tempo.

Sabia que o fim dela me prometeria coisas absurdas e não falo de beber até cair no chão, nem dormir. Havia um evento particular entre amigos na Praia do Arpoador, bastante conhecia pelos turistas. Enquanto a cidade chegava agitada de seus eventuais serviços que poderiam fazer numa tarde de sábado, com uma bicicleta, eu pedalava do Leme até o destino prometido.

Chegando lá, três pessoas me aguardavam. Três maravilhosas pessoas. Me sentia privilegiado por estar ao lado de pessoas tão maravilhosas. Corriam para lá, para cá, subiam nas pedras, desciam de novo, e começavam a falar coisas que só Deus sabe o que diziam. Poderia estar ali no meio, mas preferi ficar em pleno silêncio na calçada da orla enquanto guardava a bicicleta.

— Você não vem? — Gritavam, rindo.

Já que minha presença foi descoberta, desci tranquilamente pisando sob a areia. Estava fofa, macia, meio fria. Meus jeans não podiam aquecer meus pés, e ainda bem, pois sentir aquilo elevava um astral inteiro, tendo conexão apenas entre meus pés na areia e minha boca e o cigarro. Fazia meses que não estava nessa sintonia.

A conversa corria para lá e para cá. Dois levantavam taças, brindavam coisas sem sentido, enquanto eu e uma amiga dividíamos uma cerveja. Relembravam da semana e riam do cotidiano, faziam piadas com seu chefe e comentavam sobre uma notícia da TV, até o momento dela chegar. Por sua sorte, Clara era a mais esperada da noite por sua fama de se atrasar sempre e, de minha parte, por culpa do passado.

Uma conversa nunca levava a nada e só sabíamos falar sobre filmes dos anos 70 e 80. Decidi deixar a conversa para depois e cumprimentei-a, como todos, e também entrou na brincadeira. Eu tocava violão enquanto cantávamos sucessos dos Beatles, Rolling Stones, Pink Floyd, Engenheiros do Hawaii, Bob Dylan, Caetano Veloso, entre muitos outros. Acho que em uma noite, reviramos a história do rock, MPB e tropicália.

Decidi caminhar um pouco até a água enquanto o resto ficava para trás. Sentir um pouco de água nos pés, principalmente na praia, é sempre libertador, ainda mais fumando um cigarro, não havendo nada mais que pudesse incomodar aquele momento. Era uma onda e uma tragada, tudo em sintonia, e eu lá, parado, apenas pensando. Vinham lembranças, coisas nada a ver, pensamentos abusivos e eu.

Mal sabia que minha paz poderia ser cortada por, sei lá, Clara. Éramos uma dupla de um crime perfeito sem deixar pistas, mas não passava disso por culpa do passado. Começávamos a brincar com as velhas piadas infames de nossa existência, depois rimos um de outro. Perguntei como foi a semana dela, e ela contou, perguntando a minha. A nossa amizade era perfeita, mesmo com o passado.

— Cara... — ela disse — preciso te contar uma coisa...
— Pode falar. Meus ouvidos são seus.
— Não, é sério, me escuta.

Nunca a vi falar naquele tom tão afetuoso e sério ao mesmo tempo. Decidi deixar acontecer.

— Eu te amo — retomou a conversa depois de um tempo em silêncio.
— Mas eu também... sempre disse isso.
— Não, é sério.

Nunca, na minha vida, imaginaria algo vindo dela depois de tudo que passamos. Quer dizer, como sou idiota. Eu poderia ter notado isto antes e esperaria isto sim. Namoramos por um bom tempo e nunca a vi namorar ou ter algo com alguém depois disso. Sempre notava seus olhares nos meus, mas nunca pensava em mais nada. A semente ficou lá, pronta para brotar novamente, e não é à toa que todos os meus amigos me diziam isso. Aliás, não esperava isto somente dela: eu ainda tinha algo meu escondido à respeito disso, mas bem escondido.

O silêncio tomou o ar e cada um ficou parado olhando para o outro. Perguntei as horas e ela me respondeu secamente: uma da madrugada. Perguntei se ela queria uma bebida e subimos com o sim dela, mas em silêncio. Passamos um tempo cantando na roda, em silêncio. Apenas olhares trocavam entre si, em silêncio. Era como se o tempo passasse e nada atrapalhasse aqueles fuzilamentos e fotografias. Eu tinha que fazer alguma coisa. Mas aí é que está, o quê?

Queria ficar longe do pessoal para pensar e decidi ficar na fogueira. Peguei meu iPod e fiquei ouvindo música na caixa de som até que ela surgiu do nada. Começamos a conversar enquanto escolhíamos músicas. Ela escolheu I Want To Hold Your Hand e começou a cantarolar baixinho e pediu para dançar. Já havíamos dançado esta antes, mas não com a intensidade atual.

— Lembra de quando nos conhecemos e você, bobo, idiota, besta, como sempre, me pediu a mão para dançar esta música?
— Sim, há uns anos. Você estava tão linda, era a melhorzinha da festa. — Comecei a rir.
— E eu te achava esquisito pelo cabelo.
— Eu disse que num futuro iria se acostumar com cabelos grandes e um estilo de vida diferente.
— Falou certo. — Riu também.

Depois continuamos nos mesmos passos, mas em silêncio. Sentia sempre seus pulmões encherem de forma afetuosa mesmo quando paramos. Decidi olhar para ela: suas pupilas estavam dilatadas, seu peito inflava com os batimentos acelerados, e eu na mesma situação. Seus cabelos loiros flutuavam pelo ar acompanhando seus olhos azuis e as cores de seu vestido.

— Por que paramos? — perguntou.
— Porque eu quis...

Houve um momento de afeto, possivelmente, a semente plantada brotava um pouco. O fogo da fogueira subia descontroladamente ao nosso lado com o vento, e vendo por um ângulo, só conseguia ver um encarando o outro e os rostos se aproximando. Os dois se atraindo, como se os lábios fossem um imãs, até que se juntaram. Achei que nunca teria uma cena de filme enquanto beijava alguém ao lado de uma fogueira. Me enganei e foi muito bom.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Quatro operadoras diferentes


Telefonia no Brasil sempre foi algo problemático, tanto no valor como na infraestrutura, o que nos leva a fazer portabilidade com extrema frequência, mas por incrível que pareça, já fiz portabilidade para todas as operadoras em um período de 3 anos. Tendo esta vasta experiência, decidi fazer algumas anotações sobre a qualidade de serviço das operadoras nos períodos de uso.
  • Oi (primeiro uso): este foi o meu primeiro uso de celular. Ganhei uma linha pré-paga da Oi quando a mesma iniciou as operações no Rio de Janeiro. Futuramente, adquiri outra por volta de 2007 com um plano pós-pago. Durou até o fim de 2011, mas funcionou bem. Aliás, eu só utilizava mesmo para ligações, tinha que funcionar.
  • TIM (setembro de 2011 - janeiro de 2012): com novas necessidades, smartphone na mão e namorada nova na operadora, migrei para a TIM. Quanto a cobertura, comecei a ter problemas logo em casa, já que não funcionava de jeito nenhum. A rede 3G foi satisfatória nos primeiros meses, mas depois começou a ficar pior do que já era. Nem comento como foi no ano novo. Aliás, a saída da operadora foi por consequência do sinal que, além de ter poucas regiões com 3G, ao sair do Rio, não funcionava de jeito nenhum.
  • Oi (janeiro de 2012 - maio de 2013): para não pagar muito caro, decidi voltar para a Oi mesmo, ainda mais sabendo dos planos novos que tinham, dando mais estabilidade para usuários de smartphone. Foi uma das redes mais estáveis que usei... no Rio. Quanto a 3G, na faixa de 900Kbps, e bem estável, mas o problema era quando eu saia da capital. Ou ficava em EDGE ou sem sinal, decidi migrar já que viajo com frequência.
  • Claro (maio de 2013 - outubro de 2013): acho que foi a melhor e pior ideia do mundo. Ia para a Vivo, mas quando me deram os valores, quase caí para trás, então fui ver na Claro mesmo. A rede realmente existe, tem em uma grande escala do Rio, não só na cidade, e tudo com HSPA+, mas a rede facilmente fica lotada ou instável. Em alguns lugares, como no Maracanã, é impossível o uso, mesmo em dias que não tem jogo. Não há sinal para ligações ou SMS nos arredores do estádio. Longe do estádio ainda, no meio do Centro do Rio, no meio de Copacabana, na praia do Leme, ou qualquer lugar, era frequente você acabar usando GPRS mais estável que HSDPA ou EDGE. Foi pior que a TIM.
  • Vivo (atual): finalmente aonde eu queria. Todos me diziam "vai para a Vivo" quando eu estava na Oi, e eles tinham razão. Vale a pena abrir mão do Claro Wi-Fi e pagar um pouco mais. A 3G da Vivo é realmente estável e funciona mesmo em qualquer lugar, inclusive no metrô, coisa que me surpreendeu. A qualidade do sinal deles é impressionante, o que nos leva a pensar mesmo que ela é a melhor operadora do Rio. Agora pago mais caro, mas está bastante tendo retorno.