quarta-feira, 31 de julho de 2013

O rádio que não funciona no meu quarto

Enfrento dois problemas no momento: minha Velox deu problema de novo, pela quarta vez entre um e dois meses, e estou com insônia, algo que acontece comigo com frequência. Como não posso fazer muita coisa e não estou muito afim de ouvir o que tem no meu iPod nano, que nem o shuffle salva, decidi apelar ao velho e trocado rádio, que com o crescimento da internet e dos reprodutores de áudio digital, foi meio largado no cotidiano dos jovens.

Continuo sendo fã desde que era sucesso os radinhos de pilha AAA que tinha um lanterna, mas depois que a internet surgiu, utilizei os aplicativos de cada rádio no meu iPhone. Hoje, na insônia, decidi ficar no meu quarto ouvindo rádio no meu iPod nano, que atualmente é meu player oficial, mas não é que o meu quarto tem interferência? Infelizmente, no momento, estou sentado no chão da minha sala para conseguir sinal da CBN, MPB FM e a clássica Rádio Tupi. Já estou começando a acreditar que realmente meu prédio é um bloqueador de qualquer frequência.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Fotografias borradas

Quero que sejas daquele jeito, eterno, sensato, daquele jeito, do jeito que sempre foi. Afável e amável, o doce de pessoa, compaixão que apenas há em um coração como o seu, do jeitinho que sempre foi, mas que infelizmente, um mal desconhecido a levou para outro patamar. O da ignorância, distância, intolerância, e o de se manter calada, enquanto calcula seus planos sem suas trouxas.

Recordo claramente o modo o quanto era criança, o quanto era feliz enquanto juvenil, com aqueles planos prósperos que só você inventava, e que assim seria a nossa vida, que mesmo antes de um beijo atar este laço, era feito de nós para nós. E mesmo depois do beijo, criou novas histórias para ambos de nós, e escrevia-as naquele seu caderninho azul e atrás das fotografias que eu tirei.

Hoje, há as fotografias borradas de café, depois daquele café negro que tomamos, em Paris. Infelizmente, aquele seria o último, muito depois de tudo começar, o começo de uma esperança real e de um futuro anotado nas estrelas. Querias ver o teu sorriso novamente, mas é impossível, pois a chama não mente e a fumaça está na mesa da vidente, suplicando para deixar-la em paz enquanto choras, na cabine de trás.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

E lá se foi Francisco

E lá se foi Francisco, o grande papa. Aquele que cativou a todos, fez todos expor suas lágrimas de alegria e compaixão e mostrou que o mundo inteiro estava reunido não só no Brasil, mas no globo terrestre inteiro, mandando energia para o mundo. Hoje, dia 28 de julho de 2013, às 19:00, Papa Francisco I partiu num voo da Alitalia para Roma, e de lá, para o Vaticano.

Francisco veio, cativou, fez a festa colocou mais água no feijon em suas festividades e palavras bem humoradas, que vieram direto do coração. Mostrou a todos o quanto jovens são importantes e o quanto a juventude toda reunida é linda e plantou a religião do amor em cada coração. Trouxe a luz e a paz ao Brasil quando precisava, e mesmo tendo imprevistos, a cidade cativada reuniu-se em Copacabana no meio de palmas, risos e lágrimas. Todos lá, 3 milhões de pessoas. Que energia linda, a cidade inteira se tornou num campo astral de níveis bem positivos.

Veio ao Brasil, trouxe a mensagem de paz, e assim como São Francisco de Assis, atendeu a todos, não importando o que havia na conta bancária. Não pediu um papamóvel blindado, justamente para atender os fieis. Num dos fieis, um menino, que fez Francisco se emocionar, que seguiria os passos do papa. Desceu do papamóvel, foi falar com todos que podia, e simplesmente invés de entrar num avião direto de Aparecida para o Rio, o próprio seguiu para as grades do aeroporto e saudou o povo que ali o avistava.

Infelizmente, esta Jornada Mundial da Paz não durou mais tempo e teve seu fim. Foi lindo, e mesmo não estando na cidade, de frequências de rádio ou sinais vindo do Star One C2 para a minha antena parabólica, deu para sentir a vibração energética que vinha e o plano espiritual todo ali trabalhando, após enviar um espírito muito iluminado para transmitir a mensagem do amor para o mundo. Foi lindo, sem palavras, e justamente deixará saudades. 2017 ele virá para Aparecida, e lá eu o verei, mesmo não sendo católico. Vá com Deus, vossa santidade. Que Deus lhe acompanhe na sua grande jornada pela Terra!

O velho dilema do "eu não sei o que vou comprar"

Consumismo, está aí algo que é ótimo, mas simplesmente quando eu tenho aquele dinheiro guardado que dá para comprar algo que realmente preciso, que no caso atual é uma câmera só para mim – acredite em mim, dividir câmera é horrível –, ou então, um Kindle, simplesmente porque leio bastante, isto se torna um mal temível. Isto me leva a recordar uma coisa: indicar é fácil, mas indicar para si mesmo, é outra história.

Este é um problema crônico dos geeks. Muitos geeks são sempre os alvos para indicar aquele melhor smartphone, indicar aquela câmera desejada, ou se vale mesmo a pena investir o dinheiro da entrada do carro num MacBook, mas no final, um geek mesmo não sabe se guiar, simplesmente porque cada um faz uma coisa que o outro não faz. Não vejo realmente como um "comprar o que não necessita", simplesmente porque o geek vê cada coisa com um olho e não acha realmente o que precisa naquilo, principalmente quando cada um tem um sistema diferente – meu problema seríssimo entre iOS e Android.

Minha última vez que tive este problema foi quando comprei meu último celular. Sou ex-usuário de iOS, utilizava Android, e tinha duas escolhas: iPhone 4 ou RAZR i? Era um hardware ultrapassado com um software que eu estava habituado e que tem todos os apps que utilizava, o que me daria uma experiência melhor nisso, ou um hardware atual, com uma super bateria – isto é o mais essencial para mim, acredite –, mas vocês sabem que o iOS tem muito mais apps, porém, um hardware atual sairia muito melhor e teria compatibilidade por um bom tempo, já o iPhone, acho que morre no iOS 7. No fim, acabei com o RAZR i, mas com pé atrás. Ficaria igual se fosse escolhido o iPhone.

O dilema agora não é o melhor ou pior, e sim o que eu mais necessito. Preciso de uma câmera para mim, ao mesmo tempo, necessito de um Kindle, porque carregar livros não está dando mais – ano de vestibular –, então seria menos um peso deixar alguns livros em casa, sem ser os didáticos, claro. Mas todo geek sabe como este episódio acontece na vida de todo mundo, e nunca fica realmente satisfeito com algo, mesmo dizendo que está. Torço para que um dia eu ache uma solução para isso, ou seja: nunca.

sábado, 27 de julho de 2013

Google e suas referências

O Google sempre foi uma empresa um tanto brincalhona, e principalmente coloca isto em um dos seus aplicativos, seja de maneira explícita ou como um easter egg. Seja como for, brincalhão ou não, o Google sempre me chamou atenção para uma coisa: algumas referências em seus aplicativos ou produtos físicos, como o Chromecast, por exemplo.

Uma das referências

Há várias referências, e sempre de acordo com o sistema. Vou citar o exemplo do Linux, que quando minha aba deu crash, houve uma grande referência à Star Trek com a frase "Ele está morto, Jim", que claro, Linux é um sistema de nerds para nerds. Outra referência está no Chromecast, sendo o modelo H2G2-42, sendo que H2G2 é a sigla de O Guia do Mochileiro das Galáxias e 42 é a resposta de tudo, segundo o livro. Mais uma referência nerd, assim como há o Sad Macintosh quando dá crash no Chrome para Mac.

Poor Sad Macintosh. :(

Este é o espírito brincalhão do Google. Já houve várias outras que agora no recordo, e principalmente no Android, que se apertar várias vezes na versão do sistema no "Sobre o telefone" que há nas configurações do mesmo, aparece o mascote da versão, e sempre é algo bem divertido. Já houve até o Gingerbread num quadro antigo que nem lembro qual é. Este é o Google, a minha segunda empresa favorita.

"Não deixem que se apague a esperança", disse o Papa

Estava no Facebook enquanto alguém compartilhou o link de um texto do próprio Augusto Nunes que baseava-se numa citação de fala do próprio papa e me recordou da existência de tais palavras. Afinal, o Papa disse sobre corrupção, talvez uma alfinetada, ainda mais depois do discurso mais chato da história vindo da presidente, que segundo quem presenciou, ela mais promoveu seu governo falho que saudou sua chegada, e por fim, se aquilo era para deixar sua popularidade melhor, creio que não houve sucesso. Contudo, o papa cutucou um pouco, mas acho que poucos captaram.

Assim disse o Papa:
"Aqui, como em todo o Brasil, há muitos jovens. Vocês, queridos jovens, possuem uma sensibilidade especial frente às injustiças, mas muitas vezes se desiludem com notícias que falam de corrupção, com pessoas que, em vez de buscar o bem comum, procuram o seu próprio benefício. (…) Não deixem que se apague a esperança"
As palavras foram ditas durante a visita à Favela da Varginha, no Complexo de Manguinhos, Rio de Janeiro, que segundo moradores numa de suas falas para o próprio, o local é abandonado pelo governo e todos aqueles planos de desenvolvimento é fachada. Além disso, a chegada do líder católico foi com bastante protesto e algumas confusões, como principalmente, o metrô que teve um "apagão". Fatos que, realmente, o Papa assistiu e claro que mesmo do Vaticano, atentou-se à notícias, afinal, os protestos foram parar no The New York Times e padre é uma profissão que não para de estudar, ou seja: de política ele bem entende.

Tais palavras me deixou pensativo, e o nível de pensativo seria pensar que, será que, talvez, que o papa realmente quis mostrar apoio aos manifestos que está ocorrendo no Brasil e alfinetar o PT e aliados? O líder católico e líder de uma das maiores instituições de caridade do mundo vai notar a precariedade do Brasil, e com certeza, a falha de segurança em sua chegada, que mesmo tratando com simpatia, o mesmo deve ter pensando em algo como "isto realmente aconteceu?". Aliás, só enxerga o "Brasil Avançado" do PT quem quer.

Difícil saber o que ele realmente quis dizer com isto, mas com os olhos do Brasil atual, mesmo com Lula dizendo que "a Dilma sofre preconceito dos conservadores" na mídia e Dilma dizendo que a economia vai estabilizar até dezembro, dá a perceber que parecia mais um "o papa está com vocês", e como a igreja é conservadora e os conservadores apoiaram a vinda, poderia ser um bom sinal? Talvez sim, talvez não, quase impossível de se perceber o que quis dizer, mas, quem sabe? Francisco tem dito grandes verdades desde a sua chegada. Quem sabe?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

O Rio está pronto para isso tudo?

O Brasil é um grande paraíso, e um dos seus cartões postais é o Rio de Janeiro, inspirador de grandes poetas, que tanto traz turistas todos os dias para conhecer a cidade. Além disso, temos a Copa do Mundo no ano que vem, que será um evento praticamente único depois de décadas, e além disso, 2016, as Olimpíadas, e hoje, Jornada Mundial da Juventude. E a cidade, meus amigos, um caos.

Mesmo com o líder da fé católica por aqui, problemas ocorreram, e não só afetou a população, como também o próprio papa, por conta de um desentendimento da prefeitura com a Polícia Federal, que foi parar no meio de uma faixa da Av. Presidente Vargas que ele não deveria estar, no meio do rush, que presenciou o que os cariocas passam. Além disso, abaixo dele, bem abaixo mesmo, o metrô, um dos meios de transportes mais cobiçados pelos metropolitanos, para entre uma estação e outra, parando o sistema inteiro. Dias depois, na Glória, uma confusão eterna para conseguir comprar uma passagem de metrô para ir à Copacabana.

Tudo uma bagunça só, sem contar outros problemas que ocorreram horas mais tarde, com poucos ônibus, que afetou turistas (peregrinos), entre também, que não deve parecer muito mas destrói a imagem da máquina pública, cidade e segurança: a buracada que até afetou Odete Roitman, abalando sua malvadeza com uma pedra portuguesa. Fico me perguntando todos os dias: será que realmente estamos pronto para sediar um evento?

A mídia internacional até disse coisas ofensivas, vindo do jornal Chicago Sun Times com a capa "Perdemos para isso?", falando da sua indignação com a escolha do Rio de Janeiro para sediar as olimpíadas, sendo que Madrid era a cidade preferida e... BOOM! Rio de Janeiro! O colunista Neil Steinberg criticou ironicamente os protestos, a polícia, e claro, dos problemas da cidade, que segundo ele (e concordo), pode ser perigoso para o turista. Abertamente no seu texto (e claramente dito), Steinberg falou o quanto a cidade está despreparada, e ele tem razão – com exceção das palavras meio ofensivas, mas pelo que eu vi, alguns brasileiros por meio do Twitter atearam fogo contra antes do texto, não sei.

O Rio de Janeiro, que deveria estar preparado para isto, não está, e pelo visto, nem tão cedo estará, e olha que temos menos de um ano para a Copa e muitas obras nem saíram do papel, e algumas que está em 80%, vai caminhar o restante comendo todo o dinheiro público. E quem paga a conta? Nós. Simplesmente, vamos realmente pagar um mico e não adianta falar que "os esquemas do metrô e trânsito deram certo na Copa das Confederações" porque os dois eventos vai haver mais gente ainda e a Jornada Mundial da Juventude já mostrou o despreparo da prefeitura do Rio de Janeiro e do Brasil com isto. Vamos lembrar que o Rio de Janeiro é praticamente a cidade mais importante dos três eventos, e eu vi um monte de pontos negativos.

O Cristo que está no cartão postal está mostrando o seu lado de trás, totalmente com garrancho e xingamentos, e este escrito pela população e é também a avaliação dos turistas. Infelizmente, arcamos com esta realidade, aliás, esta é a "Qualidade Brasil", contrariando o "Padrão FIFA", só que aqui no Rio está bom se comparar outros locais – mais vergonhoso ainda. O esquema de segurança do papa falhou mas, felizmente, tudo deu certo, mas imagina se desse errado? É um esquema de segurança que falhou, um protocolo quebrado. Por sorte, Chico foi simpático e carismático e tudo deu certo, mas a prefeitura fez o que mais sabe: jogar a culpa em alguém ou algo. Espero que a benção de Chico nos salve, porque senão, como o Oscar Schmidt disse: "Se não resolver desta vez, não resolve mais".

Não sei...

Observação: decidi, finalmente, publicar o que escrevo. Guardar isto num caderno não está indo muito bem. De qualquer maneira, sem kibe porque o poema está registrado com direitos autorais. Se haver plágio, eu vou contestar contra sem dó nem piedade. Teje visado.
Não sei por exato o que dizer
Nem o que escrever,
E mesmo que o desejo fosse uma carta,
Não há pombos que envie beijos.

Mesmo que o sol rasteiro toque o solo
E que a noite caia,
A noite continua pela mesma,
Enrolado aos velhos lençóis.

Queria escrever sobre algumas histórias
Contadas por nós,
Mas já vi que nem inventar podemos,
Pois você partiu sem nós.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O velho problema das calçadas no Rio

Desde criança tenho o costume de andar pelos bairros da Zona Sul e Zona Norte da cidade, principalmente a Grande Tijuca, um dos bairros mais próximos ao Centro, e também um dos endereços mais caros da cidade no quesito classe média. Uma coisa todos os bairros tem em comum além do frequentamento e importância, que é a buraqueira nas calçadas, atentando em que todas usufruem de pedras portuguesas, algo famoso no Calçadão de Ipanema.
Imagem: Mobilize

O caso da atriz Beatriz Segall que teve um acidente caindo literalmente de cara no chão não é o primeiro, muito menos será o último, e vocês sabem que já é um hábito carioca andar na rua atentando a bueiros, porque ou estou tortos ou abertos, ou simplesmente, sai fumaça e você sabe o final. O outro hábito bem antigo é se atentar a buracos além do lixo e fezes caninas. Contudo, eu até brinco quando estou na calçada e falo "cuidado com o campo minado", que é mais triste que engraçado.

Porém, isto não se pega apenas nas calçadas de concreto, como também, é algo crítico no maior charme da cidade, que são as pedras portuguesas. Pedras portuguesas é algo que é muito difícil de lidar, necessitando reparo a cada mês, e eu sei disso porque eu morava num prédio em que a calçada era pedra portuguesa e até hoje o condomínio pena nos cuidados – mesmo assim, fica lindo no final. Assim como meu antigo prédio, as praias, os hotéis, e tudo, utilizam, e principalmente, calçadas de praia, que é responsabilidade da prefeitura.

Ora, a culpa não é apenas dos comerciantes e residentes. Em toda a minha vida, e até mesmo observando condomínios, nunca vi um fiscal da Secretaria Municipal de Conserva e Secretaria Municipal de Obras, ou sei lá que pasta responsável, para ver as condições da calçada, assim como raramente vejo um fiscal tomando conta do asfalto – outro fator polêmico na cidade. Além do mais, quando há uma obra, de algum órgão como Cedae, CEG, Light, operadoras, até mesmo da prefeitura, o trabalho é muito mal feito, principalmente em locais em que há pedras portuguesas, na cidade inteira, que é um trabalho bem complicado de se fazer, e que fica pior ainda.

Com a notícia na edição de hoje no Globo (25 de julho de 2013), percebi um empurra-empurra da prefeitura dando um prazo de cinco dias para os comerciantes e moradoras ao redor do Baixo Gávea para reparar a calçada. Bem, Prefeitura, com o dinheiro que você tem e com a importância com questão de obras, principalmente de quem emitiu a ordem, deveria ter no mínimo um consenso de perceber que em cinco dias, principalmente a região sendo feitas pelas benditas e malditas pedras, cinco dias não dá para nada. Mas tudo bem, afinal, jogar a culpa e responsabilidade no outro e é bem melhor do que em si mesmo. Veremos o fim disso.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O doce e cativante Chico

Papa Francisco, ou se chamado pelo povo com um apelido bem brincalhão, o Chico. Vossa Santidade, adorado por todos os católicos, não-católicos, e até mesmo quem não tem religião, e até ateus que acreditam que em paz, amor e caridade, simplesmente pela sua simplicidade, caráter e espírito humano, que tanto cativa o coração das pessoas. Se eu daqui da televisão fico emocionado, quero ver a cara de quem está por lá.

Mesmo com o catolicismo tendo uma redução no Brasil de 64% (2007) para 57% nos dias de hoje, o catolicismo ainda comove muita gente e mostra que vossa santidade era mesmo uma pessoa aguardada, não apenas para os encarnados, e também, os desencarnados que também aproveitam dessa energia. Errando o caminho, vimos o quanto era generoso e bondoso, afinal, talvez se fosse outro, duvido que manteria a janela aberta.

Talvez se fosse outro papa, outro qualquer, estaria até num helicóptero, como os governantes deste pequeno grande país. Os governantes, que nunca pensaram em fazer um teste de popularidade – e nem precisa, porque este já foi manchado há décadas –, estavam em helicópteros, em direção ao Palácio da Guanabara. Ao mesmo tempo, segundo os editorais, Dilma fazia seu discursos de recepção, e segundo o Facebook, a líder petista ficava no vácuo enquanto Renan Calheiros cumprimentava o papa. E assim seguiu até às 22h00min na Rua Pinheiro Machado.

O mesmo dispensou o luxo, utilizou o clássico papamóvel sem vidro e blindagens, aceitou as paparicações, e segundo jornalistas, aguardou pacientemente os discursos da cúpula política brasileira no Palácio da Guanabara, casa do governo estadual do Rio de Janeiro. Mostrou-se doce e sem problemas beijando bebês na Av. Rio Branco, carregando bandeiras dada pelo povo, e mesmo com seguranças loucos com o que o mesmo fazia, não se importou: continuou com um sorriso bobo enquanto seu coração estava aberto ao povo, levando milhares e milhares de fiéis e não-fieis a loucura.

Isto é bom, belo, e perfeito, e é o que o mundo realmente precisa; uma mente generosa, tenra, sutil, e totalmente bondosa, vindo de um aprendiz de carpinteiro, simples, humilde, que carregue a maior energia do mundo: o amor. O habemus papam saiu com um nome ótimo, e que de prontidão, Jorge Bergoglio utilizou nome de uma das figuras religiosas mais caridosas que abriu mão de toda sua riqueza para ajudar os necessitados e animais, que é São Francisco de Assis.

A Jornada Mundial da Juventude está acontecendo no Brasil, o Coração do Mundo, a Pátria do Evangelho, como já diria Humberto de Campos e outro Chico. Está acontecendo, trazendo o mundo todo para falar de algo que necessitamos, que é o amor. O amor, a fraternidade, a caridade, tudo isso, que estará sendo cativado no coração de todos. Jovens trazendo mensagens de amor, a espiritualidade toda trabalhando pelo bem do Brasil e do mundo, mostrando um infinito de coisas, transmitindo esta energia, isto é... sem palavras! Apenas sintam esta energia vindo de seus corações e deixem-a mover o mundo.

terça-feira, 23 de julho de 2013

"2013, o ano da mudança"

É evidente que já fazem anos que não vemos um protesto de fato ocorrendo nas ruas, e se houve, pelo menos a maioria foi de partida dos governantes, como o protesto criado pelo governador Sérgio Cabral contra aquele projeto louco para modificar o compartilhamento dos royalties. Também é bem claro que vemos vários protestos acontecendo em 2013, sendo eles contra o governo atual, e principalmente, tarifas de ônibus, que dá destaque ao Movimento Passe Livre.

O problema é que, de fato, os protestos acabaram justamente mesmo antes da Copa das Confederações, e quando realmente havia uma força real nas ruas, lotando a Av. Rio Branco de ponta à ponta, o povo recuou com um discurso fajuto da presidente Dilma Rousseff. Eu que mesmo não concordei com algumas ideias de alguns protestos, fiquei abalado ao saber que realmente o povo brasileiro, pelo que pude notar, saciou o seu ódio eterno com o governo atual com algo mínimo, principalmente quando o Brasil ganhou a Copa das Confederações, que desde então, nada mais surgiu.

Sem contar lados políticos, a ideia era mover as cadeiras em Brasília, e principalmente deixar a maior cadeira do Itamaraty vazia, e não por um Impeachment, e sim porque ela devia estar trabalhando em conjunto com o parlamento. Outra coisa que devia vir – mais por desejo da direita – era uma reforma política; uma de verdade, não essa do plebiscito. Sem contar os lados políticos, o povo queria um quilo de coisas, que mesmo havendo algumas ideias ridículas, havia algo que tivesse sentido. Não vou entrar em detalhes.

De mudança, só diminuiu a passagem, mas descontou em outra coisa. Para melhorar o transporte público do Rio de Janeiro e "incentivar" para que usem o mesmo evitando carros para melhorar o trânsito, a prefeitura pensou em aumentar os custos para usuários de transporte particular, e isto não é benéfico em nenhum sentido. Enquanto tudo isso passou, esta foi a única "mudança" e continuaram aprovando leis sem sentido, gastando mais da verba pública, e principalmente, inventando soluções milagrosas que nunca vão acontecer – e o povo cai nelas, por incrível que pareça. Ainda falam do "milagre econômico" de Delfim Netto.

Que 2013 foi ano de mudança? Não mesmo. Se houve uma mudança foi que, bem talvez mesmo, o brasileiro ganhou o hábito de reclamar, coisa que não se vê há tempos, mas mesmo assim, não deu muito sucesso numa causa maior, que era afetar o executivo e legislativo. Não foi um ano de mudanças, e muito menos um gigante acordou, e muito menos os políticos mudaram – estes não mudarão nunca ou não tão cedo. Infelizmente, 2014 teremos as mesmas figuras em outubro, e em janeiro de 2015, eles de novo.

sábado, 20 de julho de 2013

Solucionando o problema do D-Link DI-524

Curiosamente, o D-Link DI-524 é o roteador mais barato que ao mesmo tempo é o mais podre de todos por conta de um problema: eu nunca vi um roteador que travasse tanto que nem ele, e para piorar, só tem duas coisas na rede, que é meu celular e meu notebook. Contudo, pesquisei, pesquisei, pesquisei, futuquei, futuquei, e nenhuma solução, e eis que encontrei a solução.

Primeira coisa que fiz foi colocar num canal bom. Os canais 1, 6 e 11 são os mais estáveis, e como no lugar que estou (numa roça) não tem nada por perto, o 6 que é o canal mais utilizado geralmente, estava livre, então aproveitei. Pus nele, e não adiantou, mas deu uma melhoria no sinal. Depois de uma pesquisa, fiz o que era indicado, que era deixar em 11 b/g Mixed, desativando o 11 b/g/n Mixed:


Sigam minhas setas tortas e marque "11 b/g Mixed" e aplique. Reiniciará o roteador e pronto. Pelo menos comigo a conexão está estável desde a madrugada e sem nenhum problema. Vale a pena também atualizar o firmware, mas nem precisei, já estava atualizado.

Falta um leitor de feeds no Kindle

Mesmo que o Google Reader tenha sido finalizado, os feeds continuam firmes e fortes para uma vasta quantidade de pessoas, inclusive eu, que todo dia estou com o Press no Android aberto e lendo algumas notícias, principalmente quando esqueço os trocados do jornal em casa. Os feeds facilitam muito a vida de quem lê blogs, lê conteúdos de algum site, ainda mais hoje alguns que divulgam apenas virtualmente o seu conteúdo, e é exatamente o que falta no Kindle.

Isto seria um verdadeiro benefício e seria bem fácil, pois com o Whispersync poderia haver um modo de sincronizar os links e depois baixá-los ao ligar o aparelho, ou simplesmente, ao abrir o leitor de feeds, assim como é quando você compra um livro e ele cai direto no aparelho. O sistema de leitor de feeds para eles é simples, e seria quase igual ao sistema de assinaturas que há no serviço, mas com um painel para controle dos feeds. Poderia até cobrar um preço para o serviço de feeds, não importaria, mas seria ótimo.

Para quem não sabe, o Kindle já tem um sistema de assinaturas que é um sucesso no aparelho, mas é pago. Você pode assinar pagando um valor único caso adquira uma única edição ou então uma assinatura mensal, que geralmente chega a casa dos quinze dólares mensais -- não tem no Brasil --, e até bem menos. Tem revista que cobra cinco dólares, e isto é um avanço. Todo dia ou toda semana você acorda com a edição do dia ou semana no aparelho pronta para ler off-line.

Se há um sistema de leitura para revistas e jornais, poderia haver um para feeds, e nada melhor que o Kindle para esta finalidade. O Whispersync já é uma vantagem na maioria dos leitores, a qualidade do Kindle mais ainda, e colocar um leitor de feeds é para matar a concorrência. Há alternativas, mas não vi nenhuma que preste que não seja simples, e a maioria cobrando. Eu pagaria pelo serviço, mas que seja da Amazon, não para um desenvolvedor qualquer.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Ah, o asfalto...

Algumas vezes, somos expostos num asfalto que não é da nossa rua e tão quanto é próximo. Ah, as estradas... interligam um país inteiro, leva de norte a sul, de leste a oeste, o que nos leva a uma grande aventura, que algumas vezes é nada mais que a ida para casa, caso more no interior. Ou até mesmo aquele asfalto do centro para seu bairro.

De noite ou de dia, é animador. A criançada vive a loucura quando em algum passeio escolar pega algum asfalto, mesmo que curto, cantando canções do meu tempo, como "O João Roubou Pão na Casa do João", zombando do semblante de todos que não conhecem a velha cantiga. Bons tempos em que a piada era sempre passando pelos túneis que ligam a zona sul carioca.

Há também as estradas, que seja de mochileiros, benditos roceiros que traz o pão de cada dia, ou até mesmo moradores pacatos de cidades fronteiras a grandes capitais, que são ocupadas por esta gente. Esta gente, tão calma, passa prestigiando cada lado do vidro do carro, e em alguns casos, cada lado de sua bicicleta, que é um meio de transporte eco-popular adotado nos subúrbios dos estados.

É do asfalto, da estrada, das avenidas, vielas, e tudo mais, que vivemos. Este pedaço de chão asfaltado nos leva a qualquer canto, lugar, e principalmente, mostra as maiores aventuras da gente. Avião é totalmente sem graça quando se pode pegar um carro, colocar as malas, seus amigos, e ir cantando estrada a fora por este país gig'enorme, indo para locais novos e nunca imaginados. Estes são os bem aventurados, os bons e velhos viajantes.

Cadê o Cabral?

A poeira parece ter abaixado, mas não é bem assim. Enquanto estamos aqui, notícias correm sobre um protesto que acabou em um tumulto só, e isto na rua aonde reside o governador, no Leblon, e estendeu para o bairro todo e um trecho de Ipanema. Houve coletivas sobre o incidente coordenada pelos órgãos de segurança pública, o presidente da OAB, e alguns secretários, mas com uma cadeira vazia: a de Cabral. Ah... de novo não.

Como sempre, por aí, sem rastros, ou então levando o Juquinha para Mangaratiba num dos seus helicópteros do estado. Enquanto isto acontece, ou talvez enquanto está na sua casa num dos endereços mais caros do Rio de Janeiro, ou sei lá, a única coisa do governador que dá as caras é seu assessor, quem sabe também Cabral não esteja transmitindo informações direto do jantar parisiense com a Delta.

É sempre assim a vida do nosso governador, que de 4 em 4 anos aparece, ou então, quando é algo que vai beneficiar seu bolso, nome, e principalmente, que é bem bonitinho, como inaugurar estádios. Enquanto o povo protesta em sua rua contra suas polêmicas geradas em 8 anos de mandato, Cabral não dá as caras, deixando a coletiva da PM nas mãos de José Mariano Beltrame, secretário de segurança pública, e a Polícia Militar, e infelizmente, o presidente da OAB.

Até agora, a única novidade dele, que veio pelo assessor, foi que haveria uma reunião emergencial. Começo a pensar que ele deve ter arrumado um sistema de holograma para deixar no Palácio da Guanabara, na Rua Pinheiro Machado, para transmitir a reunião, enquanto acaricia os pelos do Juquinha.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Boa, Anatel: operadoras terão que cancelar linhas telefônicas pela internet

Já tentaram cancelar uma linha telefônica? Não? Basicamente é você aturar uma secretária eletrônica da operadora mandando você apertar uma tecla para o que deseja, e algumas ainda conseguem piorar, criando um sistema em que pela captação de voz, vai até o desejado, que nunca funcionou – a Oi que o diga. Para acabar com isso, a Anatel tem um novo requerimento, que é o cancelamento de linhas pela internet.

A notícia foi dada pelo presidente da Anatel, João Rezende, ao Estadão. Segundo a entrevista, a Anatel teria planos para criar um modo em que possa haver cancelamento de linhas pela internet, e que deve vir em mais ou menos 30 dias. E para melhorar ainda, há também a vontade da agência de que haja um cancelamento por meios eletrônicos para cancelar a linha, sem falar com atendentes – agora sim melhorou.

Uma medida e tanto e necessária, mas as operadoras terão muito trabalho, com exceção da Oi e Vivo, que tem painéis virtuais muito bem feitos e planejados. A TIM não sei, na época que fui cliente não havia isto, mas a Claro é a pior operadora em questão de sistemas virtuais, tendo utilidade apenas para clientes controle e pré-pago, e mesmo assim, é apenas para adicionar pacotes, sem controle algum da linha, utilização, e nada mais – para saber sobre sua linha, é necessário discar *1052#, um painel mais simples da operadora, que há apenas o controle de uso da internet, e não de SMS enviados e minutos utilizados.

Ou seja, vai demorar um tempo para vermos isto, e principalmente por conta do cancelamento de linhas ser algo que precisa de muita segurança, pois pelo menos na Oi, foi necessário pelo menos três informações do titular para celular minha linha, ou seja, necessita de melhorias de segurança. João Rezende também deixa claro que operadoras devem reclamar por conta de planos de fidelidade, que foi respondido com "é o risco do negócio", que me faz pensar que conhecendo estas operadoras que temos, tentariam burlar, ou seja, mais uma demora para criar regras que todas concordem, e principalmente, para evitar fraude.

Um plano maravilhoso da Anatel, principalmente para quem odeia a forma que as operadoras imploram para o cliente manter na operadora, oferecendo descontos estratosféricos, planos mais econômicos com aparelhos de graça, e por fim, que é bom, oferecem para deixar a linha no pré-pago para mantê-la e não perder o número. Fico imaginando que na hora que você for clicar no link para ir para a área de cancelamento, aciona um script que aparece vários anúncios de planos e descontos de acordo com o plano do cliente. Isto sim seria uma bela forma de burlar, que a Anatel precisa proibir algo assim.

Foicebook ou Participatório?

Um fato bem real é que se é bem promovido, qualquer assunto ou evento tende a dar certo, e ainda mais no final da primeira década e no início da segunda década do século XXI. As redes sociais além de serem tóxicas – tem coisas que prefiro nem falar –, são importantes para espalhar informação, tendo até casos de gente que se perdeu e com fotos espalhadas, a vítima foi encontrada, e ainda há revoluções em vários países e locais, como no Egito e o início da onda de protestos que há no Brasil atualmente.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Cover: Sei - Nando Reis

Não sei se sabem, mas eu estudo música há um bom tempo (de anos), e principalmente que com a minha SX150, eu passo as vezes uma tarde inteira gravando algum vídeo para publicar no YouTube. Sabendo disso, alguns são escolhidos e outros queimam no fogo do inferno, e este foi aprovado. Espero que gostem o meu cover mais atual, que é a música Sei, do grande Nando Reis, um dos meus artistas favoritos. Se curtirem, assinem meu canal do YouTube! :)

O que há de errado com a bateria do Android?

Faz um tempo que já uso Android, digamos que desde o fim 2011, e dois pontos me chamaram atenção: o controle de bateria do Android, principalmente quando relaciona notificações, parece um tanto menos eficiente que o do iPhone, e o segundo ponto é como uma fabricante pode piorar isso, e isto é pior quanto menor for o valor do aparelho. Surpreendido fui ao comprar o RAZR i e sua bateria poderosa, mas que de repente, começou a dar uns problemas anormais com serviços do Google, e não é apenas meu aparelho.

O problema iniciou entre os meados de junho e o fim dele, e principalmente era quando estava ou em uma rede Wi-Fi ou quando eu utilizava algo que sincronizava algum desses serviços, que de repente passou a iniciar o problema sem sequer mexer no celular. Com isto, o aparelho começava a esquentar, a bateria acabar de maneira bem rápida, e pior ainda, o clock do processador estava à 2GHz, que é o máximo que o meu aparelho chega. Com certeza o aparelho aqueceu, ainda mais trinta minutos ou mais no mesmo clock, sem nada aberto, apenas ele com tela desativada.

Isto teria sentido se eu utilizasse o Google Now, ou vivesse utilizando o Hangouts, Google+, mas são coisas que praticamente nunca utilizei, e a única coisa que consumiria bateria seria o Google Calendar, sincronização de contatos, e claro, o Gmail. Era exatamente isso que acusava que gastava mais bateria que os demais, acusando gastos de no mínimo 6% da bateria, todos chamados de Google Services (Serviços do Google). Como o problema veio justamente quando troquei de operadora e troquei de chip e tudo fez logout, eu restaurei o celular porque estava cheio de bug e acreditei que fosse por isso. Não era.

Restaurado, o problema nunca mais apareceu. Passou uns 3 dias e tudo voltou novamente, e fiz um teste: desliguei a sincronização de tudo que seria do Google, deixando apenas o Gmail para notificações. Continuou da mesma maneira, e desativei o Gmail, reiniciei o aparelho, e não esquentou mais como havia esquentado, mas ainda a bateria durava menos, não entrava em deep sleep, e ainda mostrava o "Serviços do Google" consumindo a bateria, mas dessa vez era algo próximo à 3%, até menos. Mas ainda a bateria acabava rápido.

Estranho, não há nada ativado para este fim. Não há nada que possa ocasionar isto, o que poderia ser? Acreditei que seria problema da ROM porque esta que a Oi colocou é horrível, então troquei, e permaneceu. O problema era apenas do meu celular? Não. Amigos com Galaxy S4 também questionavam o problema, e na internet, todo mundo criticando isso, e muitos criticando desde a época que começou os meus problemas. Nenhuma solução, a não ser desativar tudo do Google, e está dando "certo", mas ainda assim, a minha bateria que passava horas com a tela bloqueada e continuava com mais de 90%, hoje fica entre 80% e 70%, e quando o celular quer, começa a aquecer e gastar a bateria. Adivinhem o culpado? Google Services.

Isto é problema atual do Android, e pelo que vejo, parece mais um problema remoto e para versão acima da 4.0, pois o Galaxy Y da minha mãe não apresenta esta peculiaridade e olha que ela também utiliza os mesmos serviços que eu, como Gmail, Google Calendar, e tudo mais. Se eu simplesmente ligar agora para sincronizar tudo, a minha bateria vai acabar, o celular vai pegar fogo, e ainda vai ficar lento, sem contar que consome dados até com 3G, que é até anormal.

Já vai fazer um mês que há queixas disso, e justamente o que o BetterBattery diz é que o NlpCollectorWakeLock (Google Services) é o Wakelock que mais consome, tendo recorde com 30 minutos de diferença com qualquer um que venha depois. Mais lá para baixo, NetworkLocationLocator (Google Maps), que está desativado, mas que o wakelock continua vivo. Google Talk (Hangouts) e muitos outros serviços que estão desativados também. Ou seja, tem algum bug por aí.

O bug não afeta todos, pelo visto, é apenas alguns aparelhos ou contas com Android 4.x, não tenho certeza, mas que está perturbando, está. É horrível estar andando na rua e de repente tocar no seu bolso e sentir o celular bem aquecido, e ao utilizá-lo, que é pior ainda, esquentar mais porque além de estar nesse processo, você vai iniciar outro. O pior é ver a bateria acabar sem ao menos fazer nada, mas por enquanto, nenhum blog grande descobriu ou passou pelo problema, e o Google, pra variar, nada comentou. Esta novela vai ter fim quando? Já estou pensando em voltar a usar o iPhone por isso.

domingo, 14 de julho de 2013

Até parece que vocês não sabiam sobre os "espiões americanos"

Atualmente, convivemos com uma polêmica vindo do governo americano, que eu não me dei o trabalho de ler nada, apenas os termos técnicos sobre a PRISM porque os planos de espionagem foram perfeitos -- sério, muito bem feitos. Em todo momento, eu fiquei meio "Nossa! Eles viram meus e-mails, mesmo não tendo nada demais", mas aí eu pensei: até parece que ninguém sabia ou esperava por isso algum dia.

Isto já é algo de anos, e creio que muito antes da "explosão tecnológica" surgir. Todo governo tem meios de investigar seu povo, principalmente quando há risco de algo o que, segundo a cúpula americana, é o temor mundial por terroristas. Creio que já pensaram que eu sou mais um defensor dos Estados Unidos, mas não, apenas realista. Sejamos sensatos, todo mundo sabia disso.

Além do mais, os EUA conseguem muito fácil fazer isso. Quando precisamos de um mapa, para onde recorremos? Qualquer aplicativo de posicionamento global, que com certeza está hospedado em território americano ou criado por americanos. Não somente mapas. Ninguém usa UOL Mail (e nunca usará), e até mesmo o e-mail da Oi utiliza o motor do Google. E mais uma vez estamos aonde? Território americano! Não somente este meio, como satélites. São poucos satélites enviados pelo governo brasileiro, a maioria se não é europeu, é americano.

Praticamente, apenas mexeram no que era deles. Não tiveram trabalho nenhum, ou seja: nem sequer apelaram ao território brasileiro em alguns momentos, apenas me deixando em dúvida sobre as ligações. Trazendo a tona outro "além do mais", com certeza o governo brasileiro faz espionagem também, assim como deve haver na Europa, só que ninguém se importa. Estes dias o governo brasileiro disse que investigaria até o WhatsApp para saber mais sobre os protestos. WhatsApp é privado, vocês sabem. EUA é mais importante, né?

Fazer uma tempestade num copo d'água pelo o que sabem é demais. É algo absurdo, eu sei, mas não adianta fazer nada a não ser "Pô, Obama, pegou mal!". E se opor aos EUA não é solução, é problema na certa. Em nenhum momento o Brasil deve se opor aos EUA, e mesmo que se opondo, terá necessidades que com certeza a Mercosul não terá, e a União Européia, sob pressão, nunca oferecerá. Se opor aos EUA com certeza resulta em guerra, e vocês sabem que, historicamente, se opor aos EUA nunca foi uma boa ideia e não é agora que isso vai mudar. Nunca mesmo.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Para quem?

Observação: decidi, finalmente, publicar o que escrevo. Guardar isto num caderno não está indo muito bem. De qualquer maneira, sem kibe porque o poema está registrado com direitos autorais. Se haver plágio, eu vou contestar contra sem dó nem piedade. Teje visado.

Entrego para quem esta vida mundana?
Para quem entrego este momento desconfortável dessa manhã aqui,
Em São Paulo, próximo a Av. Paulista, sentado na sala de estar
Preparando as malas para voltar para a minha cidade.
Rio de Janeiro?
Será?
É para quem?
Para quem está,
Estar só,
Estou só.

Para quem entrego esta garrafa
De whisky de 48 anos guardado
O charuto guardado
O paletó cheirando à mofo,
Guardado no armário desde...
Você sabe!
Visto-o para o avião,
Mas o charuto,
Cê sabe,
Eu guardo e fumo cigarro.

Bebo nesta xícara de café
Café requentado
Tranquilizado, apenas
Imóvel, intocável,
Trago mais um pouco de meu cigarro,
Mesmo aos 76 anos,
Cansado, velho, sem pulmão,
Estou sozinho, que pouco importa?
Fico por aqui mesmo,
Sozinho,
Só eu,
A fumaça,
Sem pulso.

Caso Oi: it’s back (parte 3)

Infelizmente, parte 3: de novo, mais uma vez, da mesma maneira, jeitinho, e claro, mesma burrice, a Oi novamente está limitando meus serviços, mesmo tendo "solucionado" o último caso. Novamente fazendo seu cotidiano, que é se gabar de uma boa operadora, e nada.

Começou esta manhã (9, terça-feira), mas dessa vez, pela sétima vez – não excluindo que eu tive esse problema também na última vez –, ligar telefone e modem no mesmo filtro é o problema. Enquanto eu ligo ambos juntos, não tenho a possibilidade de tanto usar o telefone como o modem, então eu ligo o modem para usar internet e: nada. Ligo o telefone e funciona. Vai saber.

Os problemas não estão nos meus equipamentos, e eu atesto. Atesto a vocês, estava funcionando, como pode ser problema em minha residência? Murphy? Além do mais, tenho cabos, filtros e modens de sobra na minha casa, e garanto: foram testados. Mas os vulgos “técnicos” do 103 31 mantem a palavra: o problema pode ser na sua residência.

Já acionei o suporte técnico, mesmo com vontade de ir direto no Procon – sétima vez é o ápice –, e o melhor: visita técnica por determinação minha, já que o “técnico” do 103 31 queria mais me culpar que resolver. Mais uma vez, estou sendo penalizado por estes problemas. Um brinde a nossa eficiência em questão de telecom. Um brinde a Oi! Que venha o texto 4.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Dilma: "Como não se faz educação sem professores, não se faz saúde sem médicos"

É, Dilma, você parece se complicar cada vez mais, e quando mesmo precisa ir atrás da popularidade perdida, não somente pelo seu governo que anda bem caótico como após as ondas de protestos, você nos solta mais uma pérola. A pérola, é óbvio, que falo da importação dos médicos, e ainda nos solta uma frase mais pérola ainda: "Como não se faz educação sem professores, não se faz saúde sem médicos".

Como sabem, no meio de um pronunciamento em rede pública, Dilma Rousseff diz que trará médicos do exterior para ajudar a saúde pública. Mesmo depois divulgando que os médicos estarão presentes apenas em áreas emergenciais, como por exemplo, periferias, ainda não justifica a tamanha burrice. E para piorar, eles não precisaram do Revalida.

O Revalida, para quem não sabe, é uma uma revalidação de diploma para médicos que vieram do exterior para estarem aptos a cumprirem a profissão. Sem o Revalida, o médico não está pronto para trabalhar, mas há um equívoco no momento: Dilma permitirá o exercício sem sequer passar pelo Revalida, justificando que serão analisados em universidades federal durante três semanas para ver se podem ou não prosseguir com o emprego.

Isto é totalmente inadmissível. O que dá a ver nesta ideia anti-ética é que no Brasil não tem médico, mas há, o que não há é condições de trabalho. Não é atual que se relata que médicos não trabalham por condições de trabalho, e ainda que há prefeituras, estados e o governo federal que dá calote nos médicos. A Dilma promete, como sempre prometeu, novos postos de saúde e hospitais. Só acredito vendo, mas enquanto, eu fico rindo e chorando um pouco.

Trazer médicos do exterior é mais vergonhoso que não ter saúde estável. Não soa estranho? Não soa estranho você dizer "no meu país, a saúde é boa, mas os profissionais não são brasileiros"? Também, como será aquela pessoa que mal fala português bem, analfabeta, enquanto o médico diz "what's happening?"? Também não soa estranho ouvir dizer que o governo só criou novos centros hospitalares porque veio estrangeiros e chutou e cuspiu na cara dos brasileiros? Quero também importar políticos americanos.

domingo, 7 de julho de 2013

Finalmente os políticos descobriram as redes sociais

Desde que a internet surgiu, mesmo sendo criança, minhas visões hiperbólicas de "o futuro é das máquinas" já tinha duas certezas: a internet dominaria o mundo, e por fim, os computadores seriam algo a nível de dependência. As duas previsões eu acertei, mas algo eu esperava que dominaria muito mais fácil, que seria a política. De certa maneira, domina em caso de manifestações, mas a política em si, não.

Não sei como é nos outros países, mas percebi após ler O Globo de hoje, no domingo, a política nacional parece tentar ir atrás disso, mas apenas para a candidatura. Não há muita questão do parlamento em verificar as redes sociais sobre as tais insatisfações que há no país. Mesmo não tendo olhos, o povo brasileiro faz questão de "xingar muito no Twitter" e criar grupos de debate no Facebook. Segundo o jornal O Globo, há ao menos 4 grupos que dão ótimas soluções que independe até de plebiscito.

Mesmo que sejam candidatos aproveitando-se de redes sociais, havendo até o pedido de Aécio Neves por assessores para redes sociais, já é um avanço. A internet é um propulsor de ideias novas, e com ela, políticas mundiais foram modificadas, principalmente no Egito. Ignorá-las é o mesmo que dizer que ignora o povo e mostra que a comunicação do governo com o povo está em crise, o que o PT passa no momento.

A ignorância da internet é um ato falho e realmente distancia o povo. Com a internet, grandes jornais voltam-se a ela, crimes acontecem por ela -- o Brasil precisa de leis para internet rapidamente, porém, justas --, e principalmente, o povo manifesta por ela. Não haveria protestos nas ruas se não fosse por ela, não haveria nada.

Poderíamos pensar: a internet tem bobagens, mas não é exatamente isso. Há bobagens, sim, mas a internet aproxima a comunicação com o povo, e é o que o PT mais precisa no momento, principalmente a Dilma, pois este governo, nunca vi, parece que o debate população-governo está mais distante que em regimes militarizados que houve no Brasil. Parece que a cada dia ficam surdos, ou talvez, cegos, pois a internet basta apenas ler dois tweets que você começa a entender o que há nela.

Falcon Pro, o melhor easter egg

O Android é um sistema famoso, mas algo eu tenho que criticar fortemente por ser um antigo usuário de iPhone: aplicativos de Twitter; em destaque, temos dois apps que fazem este trabalho: Tweetings e Falcon Pro, substituindo o aplicativo oficial, que é uma bela duma porcaria em qualquer sistema. Com a nova API autorizando até 100 mil usuários necessitando de pagamento (e caro) para permitir mais usuários, o Falcon é o que mais sofre nesta história toda.

Não é a primeira vez que nem vemos o Falcon saindo da Play Store por este problema, e nem ele é o primeiro aplicativo que faz isso. O Tweetbot, que é famoso no mundo Apple, já passou por isso, e até mesmo alguns aplicativos para Windows 8, que nem durou uma semana e eu dei uma tremenda sorte de utilizá-lo antes de alcançar o limite. No final, o Twitter que tenta pôr um limite nos desenvolvedores para impedir que lucrem que o Twitter, acaba atrapalhando a experiência do usuário, o que é um ato falho.

É até um pouco plausível que o Twitter faça isso, afinal, o Twitter que deseja lucrar, e ainda mais utilizando aplicativos terceiros, eles não podem pôr anúncios e nem nada para lucrar a base disso, e foi nestes moldes que a API 1.1 foi criada, com um limitação gigante e assustadora, dando custódia total de liberdade ao aplicativo oficial. Isto não foi fácil para a comunidade de desenvolvedores, não mesmo. Houve uma repercussão séria quando isto foi definido.

Os afetados não poderiam fazer nada, tendo duas alternativas: ou você paga para continuar que usem e cobrem um absurdo, que é o caso do Tweetbot for Mac que custa 30 dólares (!!!), ou então, ninguém mais usa. Outra solução existia, mas parece que ninguém pensou nisso antes: permitir que usuário cadastrasse sua própria aplicação, com sua própria Consumer Key, Consumer Secret, e os demais, sendo que seria a primeira ideia que eu teria caso me limitassem.

Joaquim Vergés, criador do Falcon Pro, fez isso retirando o aplicativo da Play Store e disponibilizando em um site independente. Em seguida, para todos, apenas quem tinha feito o login antes poderia ter acesso, ou seja: quem fez, fez, que não fez, dança. Mas por incrível, pelo Google+ descobrimos um belo Easter Egg ao clicar no logotipo do aplicativo, nos cantos que acionaria 4 quadrados de cores distintas, pressionasse no laranja e depois sacudisse o celular, e aparecia uma opção para mudar a API, e isto mudou tudo!

A ideia é genial, sem prova de dúvidas, e resgata até o passado em que era permitido que utilizasse APIs distintas em aplicativos terceiros, e não apenas sendo isso, podemos mexer nos ânimos do Twitter. A rede social não se manifestou por enquanto, mas eu tenho uma certeza quase absoluta de que eles podem estar com um pouco de inconformação pela novidade, pois os desenvolvedores podem vender seus apps e os usuários escaparem das limitações, e lembrando que mesmo não vendendo na Play Store, ele pode vender o .apk por fora.

Ideal seria todos os desenvolvedores adotarem a mesma ideia e parar de pagar para ter o limite de 100 mil usuários elevado para tentar ver se muda algo. Esta limitação nunca ocorreu e foi de repente, e está interrompendo o trabalho de todos. Não é apenas o limite de 15 requests a cada 15 minutos que é para ser questionado, é tudo que há na API 1.1. Infelizmente, não veremos muito isso, pois nem todos os usuários são mais avançados, principalmente no iPhone que não tem apenas geeks, mas seria um sonho todo mundo fazendo isso de propósito até o Twitter tomar uma postura.

sábado, 6 de julho de 2013

Alô, Globo, isto não tem graça!

Já é até hábito dizer que o Zorra Total é um programa de baixíssima qualidade, tanto humorístico como cultural. Mesmo que bordões como "a cara da riqueza" virem algo popular, o programa ainda tem uma baixa nota e hoje, que não sei o que fui fazer na sala enquanto a TV estava ligada, apenas digo: Globo, já chega, né?

Mas infelizmente, a Globo vai empurrar isso até não dizer mais, e não lhe falta opções para substituir. O programa não tem nada de atrativo, pelo contrário, ele te atrai até o botão de troca de canal ou de desligar e ligar. Utilizam temas como pobreza, corrupção, e outros que nem sei como categorizar, mas o mais aparente é a sátira invocada pelo "ser pobre", e até algumas coisas no qual detestei -- que não explicarei, porque não quero prolongar o assunto.

Sei que sou chato, enjoado e não acho graça de nada na TV aberta brasileira, e até me chamam de metido por esta atitude, mas vocês já perceberam que não tem graça? A Globo está nos empurrando um conjunto de "tentativa de satisfação" para fazer graça, como um programa sobre dentista que ainda bem foi encerrado, e pior que isso, Zorra Total. Há humoristas nestes dois programas que merecem destaque, e principalmente eu falo do Adnet. Adnet é uma figura cômica e tinha um ótimo programa na MTV, o 15 Minutos.

Já estou começando de fato a acreditar que o melhor canal da Globo é a Globo News, e depois dos canais de filme e aqueles estrangeiros que a Globo trouxe para o Brasil, a MultiShow, porque é a única coisa da Globo que faz um humor mais cabeça, porém conta com uma vantagem tremenda, sendo realmente engraçado e interessante ao mesmo tempo. Não sei se tem mais o programa do Caruso, mas aquilo era ótimo, e não era por causa dos seus olhos gigantes.

Já sinto as férias

Todo ano parece que as férias são chatas, mas na verdade, reclamo de boca cheia, pois chegar no colégio, reclamo do colégio. É exatamente o que acontece no cotidiano escolar, pois ao invés de reclamar do tédio, você reclama do cansaço.

A entrega de trabalhos, estudar para provas, isto é um tanto cansativo, principalmente no terceiro ano, sendo o último ano escolar. A presença de um curso técnico, sendo o meu mecatrônica, também torna o colégio muito mais cansativo, e isto nos faz querer pular pela janela d'uma vez só.

É por isso que hoje, sábado, comemoro. Acordei cedo só para ter o gostinho de escrever este texto, pois independente da minha nota de matemática ser boa ou não -- me encontro com dificuldade --, estarei de férias. Enquanto escrevo este texto, já me preparo para passar um mês em casa. Tem coisa melhor?

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Que plebiscito o que!?

Enquanto escrevo este texto, o PT e aliados estão pensando exatamente como seria o plebiscito. Fico pensando o que passa na cabeça deles, principalmente o motivo de não olharem para o relógio e acordarem um pouco para a vida, pois não há tempo para fazer isso e as questões -- que não foram definidas -- estão em grego para população brasileira. A ideia é tão louca que o STF está condenando, mas esperando para ver.

Fazer um plebiscito não é fácil e nem rápido, principalmente nas atuais condições do Brasil. A manobra do plebiscito ajudaria muito a definir a pauta do parlamento, recordando que a intenção dessa loucura toda é uma reforma política, mas o brasileiro não está apto para responder nem uma, quanto mais três. São questões complexas que apenas quem tem um pé mais a fundo em algumas questões políticas compreenderá de primeiro. Contudo, acredito que levaria no mínimo 3 meses para explicar "tudo", e isto contado com a criação de campanhas.

Estes 3 meses eu ainda não incluí outro problema: as questões não foram definidas, ainda estão em debate, quer dizer, se começou, porque a pauta do debate é ter ou não ter o plebiscito. Faltando pouco tempo para outubro, vale lembrar que depois do quinto dia do décimo mês, não poderá haver mais modificação alguma, por faltar certeiramente 1 ano para as eleições e isto só pode ser modificado com um golpe de estado.

E com isto, acabamos derrubando "A Manobra do Plebiscito", que hoje estampado nas capas de jornais, mesmo sendo tabloides gratuitos, Temer disse e contradisse sobre o "ter ou não ter, eis a questão". O plebiscito morreu por 4 horas, mas depois foi revivido e a nossa chefe de estado, Dilma Rousseff, crê na capacidade intelectual do povo brasileiro, sendo que só alguma minoria do parlamento sabe responder algumas questões sem demorar minutos pensando, mesmo assim, sem entender muito, o que me leva a retornar a minha postura sobre a exigência de graduação em humanas para ser político.

Se o Brasil tivesse uma estrutura educacional melhorada principalmente com estudos de sociologia, filosofia, geografia e história, o plebiscito poderia ser feito... não, ignore o que eu disse até este ponto. Mesmo assim, mesmo se o Brasil fosse o primeiro em educação e o povo conhecesse de tudo e tudo for feito, o plebiscito seria votado em setembro! Faltaria menos de um mês para o Congresso pensar nas questões avaliadas e dali, retirar as mudanças, e depois passar para Rousseff, e depois publicá-las no Diário Oficial.

Isto é impossível! Parlamento algum discute algo sério como reforma política em menos de um mês! Acorda, PT e envolvidos! Isto é totalmente inviável tanto na constituição, como também, nas regras do tempo. Propor um plebiscito repentino que parece que veio para salvar a pele do partido parece mais estragar a reputação do que ajudar.

O roubo foi roubado?

Um fato muito engraçado ocorreu ontem, em Brasília. Enquanto um assessor parlamentar do presidente da Câmara, Wellington da Costa, de 53 anos, estava com seu carro parado após envolver-se num acidente, foi abordado por homens que se julgavam policiais, e numa inspeção, furtaram seus pertences.

Só que, para a surpresa de todos, não foi apenas um simples assalto. Não por parte dos bandidos, mas sim por parte da vítima, que além de perder seus pertences pessoais, uma maleta com R$ 100 mil desapareceu. Mas da onde veio este dinheiro? Ninguém sabe!

E é isto que o chefe da Delegacia de Repressão a Furtos do Distrito Federal, Fernando César Costa, quer descobrir. Mesmo com os suspeitos ainda não identificados, parece que o foco da vez vai ser estes dois: Wellington Costa e o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

O tiro saiu pela culatra! Mas da onde veio este dinheiro? Ninguém sabe!

Descanse em paz, Google Reader

Nunca, na minha vida, esperaria que o Google Reader entrasse na temida lista de cortes do Google, pelo menos agora não, mas chegou o momento e o prazo já finalizou desde dia 1º de julho, e quem não fazer backup até dia 15, perde tudo. Depois de tantos avisos, tantos recados, mesmo após pedidos inusitados e mensagens de ódio ao Google pelas redes sociais, o leitor de feeds favorito do povão enfim chegou ao fim.

Lá se foi mais uma coisa no Google que adorávamos. O leitor, que está no ar (ou estava) no ar desde 2005, sempre foi a ferramenta preferida por todos na internet, inclusive gosto de deixar claro que todos os aplicativos existentes para sincronizar feeds utilizavam-o para sincronizar as listas de links, ou seja: era o mais universal. Hoje, alguns criaram seu sistema próprio, que é o caso do Feedly com o Feedly Cloud, e outros começaram a procurar outras opções para sincronização de listas.

Infelizmente, segundo o Google, o uso dele caiu com uma frequência que acharam melhor finalizarem as atividades, o que realmente devo concordar pois vejo que feeds teve seu uso bem menos intenso desde que começou a febre de Facebook e Twitter. Um dos fatos que utilizo para dizer isso é os indicadores dos blogs que sempre vejo caindo, e os atuais, mesmo sendo bem conhecidos, há uma estatística bem baixa. Outro ponto que utilizo é o fato dos usuários mais leigos não terem noção do que seja feed e muito menos RSS, que devem pensar primeiro em uma forma de expressar risadas.

Despeço-me do leitor com muito pesar, principalmente por ser usuário fiel desde 2007, quando eu tive a primeira conexão 24 horas por dia na minha casa, mesmo sendo dial-up. Hoje, com novas ferramentas surgindo para substituí-lo, que algumas estão melhores que o leitor original -- original porque utilizavam o GReader para sincronizar --, já dou meu parecer que ele já pode ir, mas ainda há peso no coração. Google Reader sempre ficará em nossos corações.

Caso Oi: solucionado

Havia documentado no final de semana uma longa história gerada pela Oi, famosa operadora no Brasil e que presta serviços como conexão de internet por meio de ADSL2+, e que de repente, parou de funcionar e a prestadora de serviços também não quis solucionar o problema. Eis que, após dias e dias pendurado num telefone discando para o 103 31, soluciona. Vou explicar.

Após o dia da postagem, no sábado, não havia sido solucionado. Domingo, nem tentei por motivos óbvios. Segunda-feira persistiu e, por algum motivo, disse algo com "processo" e a atendente entendeu ser uma ameaça, não sendo ameaça, e alegou dar prioridade dando mais um prazo. Terça-feira a mesma história, com outra ameaça, e deram prazo até o dia seguinte, e que se não voltasse, com ameaça real, já com advogado acionado neste tempo.

E foi o que aconteceu. Na última ameça, vindo do titular da linha, a Oi cedeu e reafirmou o comentário de haver técnicos na rua, principalmente porque foi dado como um ultimato. No dia seguinte, na quarta-feira, por volta das 12 horas, meu celular conectou-se a uma rede daqui de casa que criei para testes -- direto do modem, lembrando que as redes dos modens da Huawei são um lixo --, e o indicador de sinal manteve-se azul. Ou seja: havia conexão.

Com isto, acho que houve pressão do jurídico da Oi. A Oi obedeceu o prazo depois de trocentos prazos acionados, e acho que com isto, livrou ela e a Anatel de complicação, porque eu iria atacar ambas sem dó e piedade. Ainda que com conexão, não tive como ajustar a minha vida, entregando uma penca de trabalhos escolares atrasados, mas ainda tenho a confiança com a operadora abalada. Veremos em breve.